Rio de Janeiro, 19 de Agosto de 2026

Brasília tem a maior alta da inflação entre março e abril

A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), subiu em quatro das três capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na passagem de março para abril.

Terça, 03 de Maio de 2016 às 09:11, por: CdB

De acordo com a FGV, também tiveram crescimento da inflação Porto Alegre, Salvador e Recife

Por Redação, com ABr - de Brasília:
A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), subiu em quatro das três capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na passagem de março para abril. Segundo dados divulgados, nesta terça-feira, a maior alta foi observada em Brasília: 0,43 ponto percentual, indo de 0,23% em março para 0,66% em abril.
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São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte acusaram queda da taxa de inflação
Também tiveram crescimento da inflação, Porto Alegre (0,35 ponto percentual, indo de 0,7% em março para 1,05% em abril), Salvador (0,19 ponto percentual, de 0,15% para 0,34%) e Recife (0,12 ponto percentual, de 0,34% para 0,46%). Três capitais acusaram queda da taxa de inflação: São Paulo (0,33 ponto percentual, de 0,64% em março para 0,31% em abril), Belo Horizonte (0,3 ponto percentual, de 0,45% para 0,15%) e Rio de Janeiro (0,09 ponto percentual, ao cair de 0,49% para 0,4%). A média nacional do IPC-S, divulgada na segunda-feira, caiu 0,01 ponto percentual, de 0,5% em março para 0,49% em abril.

Inflação em São Paulo

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido na cidade de São Paulo, encerrou abril com alta de 0,46% , taxa abaixo da registrada em março (0,97%). Desde janeiro deste ano, a taxa acumula alta de 3,74% e, nos últimos 12 meses, de 10,03%. A pesquisa foi feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Fipe. A redução no ritmo de aumento reflete a perda de força nos reajustes em quatro dos sete grupos pesquisados e a queda de 0,11% no grupo transporte ante uma alta de 0,37%, em março. O decréscimo mais significativo ocorreu no grupo alimentação (de 1,87% para 0,73%). Em despesas pessoais, o IPC passou de 1,17% para 0,48%; em vestuário, de 1,47% para 0,94% e, em educação, de 0,15% para 0,09%. Já nos demais grupos houve avanços: em habitação (de -0,05% para 0,09% e, em saúde, de 0,71% para 2,32%.
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