Rio de Janeiro, 06 de Outubro de 2026

Brasil vai investir na formação de tenistas para Olimpíadas

O ex-tenista Gustavo Kuerten e o ministro do Esporte, Orlando Silva, anunciaram, nesta quinta-feira, que o governo federal vai investir R$ 2 milhões em um projeto para formar tenistas profissionais de alto rendimento e técnicos da modalidade. O objetivo é preparar o país para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Sexta, 29 de Julho de 2011 às 08:53, por: CdB
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O ex-tenista Gustavo Kuerten e o ministro do Esporte, Orlando Silva, anunciaram, nesta quinta-feira, que o governo federal vai investir R$ 2 milhões em um projeto para formar tenistas profissionais de alto rendimento e técnicos da modalidade. O objetivo é preparar o país para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. – Vamos investir principalmente em pessoas, uma vez que já existe uma estrutura física compatível e quadras de tênis por todo o país –, disse Guga, após se reunir com o ministro para falar sobre o projeto, que contará com o apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT). – A ideia é criar uma seleção de atletas e apoiá-los durante a transição da categoria juvenil para a profissional, a partir dos 12 anos. Esse dinheiro será investido em mão de obra, viagens, salários e alimentação. Uma das primeiras decisões tomadas por meio do projeto é transformar a Academia Larri Passos, em Camboriú (SC), em centro de formação de atletas. O treinamento, no entanto, também poderá ser feito em outras cidades. A expectativa é de ter, já na fase inicial, 14 jogadores, podendo chegar a 20 até o final do ano. – Para o esporte é mais importante [a existência de] dez Larris do que dez Gugas –, disse o tricampeão de Roland Garros. Segundo ele, a formação de técnicos é fundamental para preparar tenistas de alto rendimento. – Temos o aval da CBT para executar o projeto com autonomia. De acordo com Guga, o projeto é resultado de um trabalho que ele vem fazendo há cerca de cinco anos. – Não havia fôlego para tocar isso antes. Em seis meses, voltaremos ao ministério para apresentar os resultados práticos. Ao final desse prazo, acrescentou o ministro Orlando Silva, o governo terá noção sobre quais ajustes são necessários ao projeto.
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