Rio de Janeiro, 03 de Outubro de 2026

Brasil tem 25.000.000 de deficientes

Sábado, 23 de Julho de 2011 às 01:52, por: CdB

Por JUSTO ( outro/ TERRA) 23/07/2011 às 07:35

É um número considerável ( dados de 2003): Brasil tem cerca de 25 milhoes de pessoas portadoras de algum tipo de deficiencia. Não tem o dia da bandeira - de alerta ao tabagismo - do cancer , etc ? Por que não "premiar " toda essa população com um dia destinado ás suas pretensões , causas ?


OBS. NÃO SERIA HORA DE OLHAR/ENXERGAR - DE FATO E DE DIREITO - OS PROBLEMAS E DIREITOS DE TODA ESSA MASSA POPULACIONAL?

E OS PREDIOS CONSTRUÍDOS NAS GRANDES E PEQUENAS CIDADES ESTÃO SENDO ADAPTADOS PARA ESSA GENTE?

EXISTEM VERBAS/PROJETOS NO BRASIL PARA INSERÇÃO DESSAS PESSOAS NO MERCADO DE TRABALHO?

POR QUE NÃO DESTINAR UM DIA - NO ANO - AOS PORTADORES DE DEFICIENCIA FÍSICA , ETC?

O QUE O CONGRESSO VEM FAZENDO EM PROL DE TODA ESSA GENTE?

E AS NOSSA ESCOLAS, ESTÃO SENDO APARELHADAS PARA ESSA POPULAÇÃO?

JUSTO
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 http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI162008-EI306,00-Brasil+tem+milhoes+de+pessoas+deficientes.html

Brasil tem 24,5 milhões de pessoas deficientes
17 de outubro de 2003 ? 08h52 Comentários

Notícia

Reduzir Normal Aumentar Imprimir A maioria dos portadores de deficiência no País mora em área urbanizada, tem até três anos de escolaridade, é mulher e quase a metade deles (48%) ocupa a posição de chefe de família. No Brasil, 24,5 milhões de pessoas são portadoras de algum tipo de deficiência, incluindo física e mental, o que representa 14,5% da população em 2000. Esse dado inclui também as pessoas que se declaram incapazes de ouvir, enxergar e andar.
O município cearense de Irapuan Pinheiro, localizado na região Centro-Sul do Estado, a 335 km de Fortaleza, está entre os cinco municípios brasileiros com mais portadores de deficiência física (28,84% da população). Os demais são: Frei Martinho (PB), Várzea Grande (PI), Bom Jardim da Serra (SC) e Jericó (PB).

Esses dados fazem parte do livro Retratos da Deficiência no Brasil, lançado ontem em Brasília. Pela primeira vez, uma publicação reúne informações de vários setores - saúde, educação, trabalho - relacionadas aos portadores de deficiência.

"A principal característica da pesquisa é abordar tipos e graus de deficiência combinados com uma variedade de atributos sociodemográficos e políticas associadas ao setor", diz Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas e responsável pelo trabalho.

Produzida em parceria com a Fundação Banco do Brasil, a publicação utilizou números do IBGE e de vários ministérios.

Se comparado à média da população brasileira, o portador de deficiência tem desvantagem principalmente em dois setores: renda e escolaridade. A renda do trabalho dessas pessoas é R$ 100 menor que a média geral - R$ 529 contra R$ 628 -, mesmo tendo jornada semelhante. O agravante é que o portador de deficiência tem mais dificuldade para obter uma vaga.

"As políticas existentes para inclusão das pessoas com deficiência atacam conseqüências, e não as causas da insuficiência de renda. É importante pensar em ações complementares que dêem motivações para que esse grupo possa avançar de maneira mais autônoma e independente", diz o livro.

A legislação em vigor garante um salário mínimo mensal às pessoas com deficiências que tenham renda familiar per capita inferior a R$ 60 (o que representa um quarto do mínimo).

Isso é um dos pontos que explica o fato de 52,46% dessas pessoas se declararem inativas. Apenas 19,12% são empregados (com ou sem carteira assinada) e 12,14% trabalham por conta própria ou empregam alguém.

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