O governo brasileiro anunciou nesta segunda-feira que está estudando diversas formas de ajudar as nações do sudeste asiático atingidas pelas ondas gigantes provocadas pelo maior terremoto registrado nas últimas quatro décadas.
Em comunicado, o governo expressou sua "solidariedade com os familiares das vítimas da tragédia" e disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou mensagens de condolências aos governantes dos países castigados.
Segundo a imprensa brasileira, entre as milhares de pessoas que foram dadas como desaparecidas devido à catástrofe no sudeste asiático há uma diplomática brasileira e seu filho de dez anos.
O Ministério das Relações Exteriores não o confirmou, mas agências de notícias brasileiras afirmam que a primeira secretária da embaixada em Bangcoc, Lys Amayo de Benedek D'Avola, morreu junto a seu filho de dez anos em uma praia da ilha de Phi Phi, no sul da Tailândia, que foi atingida pelo maremoto.