Rio de Janeiro, 21 de Agosto de 2026

Brasil encara Cuba pela Copa do Mundo de vôlei

Brasil contra Cuba, um dos clássicos internacionais mais aguardados nesta Copa do Mundo feminina de vôlei. O confronto será nesta quinta às 7h05 (de Brasília), no Sendai City Gymnasium, no Japão. Antes, a Seleção Brasileira enfrenta a República Dominicana, que é a surpresa da competição. (Leia Mais)

Terça, 04 de Novembro de 2003 às 09:34, por: CdB

Brasil contra Cuba, um dos clássicos internacionais mais aguardados nesta Copa do Mundo feminina de vôlei. O confronto será nesta quinta às 7h05 (de Brasília), no Sendai City Gymnasium, no Japão. Antes, a Seleção Brasileira enfrenta a República Dominicana, que é a surpresa da competição.

De um lado, o experiente José Roberto Guimarães dá o alerta máximo para a partida. Do outro, Luis Calderon orienta o seu grupo com a mesma instrução. A partida do grupo B é válida pela segunda etapa da competição, que classifica os três primeiros colocados para os Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.

Nos outros jogos da chave B, a Polônia enfrentará a China e a Turquia terá pela frente a República Dominicana. Em Nagoya, nos grupo A, jogam Egito x Coréia, Argentina x Itália e Japão x Estados Unidos.
A maior preocupação de Zé Roberto é fazer com que o Brasil force o saque.

- Para nós, o mais importante é fazer Cuba jogar com as bolas altas nas pontas e tentar marcar bem essas jogadas. Para isso, o nosso saque precisa entrar para quebrarmos o passe de Cuba. Assim, conseguiremos chegar na maioria das bolas com bloqueio duplo - diz o técnico brasileiro, para depois analisar o time adversário.

- Cuba já mostrou que têm um ataque forte e um bloqueio também bastante interessante. Sem contar que tem a ponteira Ruiz (que ocupou a posição de Mireya após a mesma deixar o voleibol), o nome a ser batido - encerra Zé Roberto.

Para Calderon, técnico cubano, o Brasil já mostrou o que pode fazer nessa Copa do Mundo muito antes da primeira vitória. "O primeiro set contra a China foi perfeito, mas fácil demais. Foi o que aconteceu com Cuba diante da Turquia. Vencia por 2 sets a 0 e deixou a vitória escapar. O time se desligou. Repetiu o que o Brasil fez contra a China. Mas precisamos mesmo pensar naquele set perfeito e nas demais partidas do Brasil (3 sets a 1 na Turquia e 3 a 0 na Polônia). São sempre muito difíceis os jogos com as brasileiras. Ainda mais agora que o grupo está muito forte".

Com duas derrotas (perdeu também para a China, por 3 sets a 0) sofridas até o momento, Calderon não vê outra saída para Cuba: - Precisamos dar o nosso máximo nessa partida. É necessário sair dessa fase com uma boa classificação. Caímos em um grupo muito parelho, com a poderosa China, a campeã do Europeu (Polônia), e o Brasil, que não preciso nem comentar. Do outro lado, só vejo dois times: Itália e Estados Unidos. Por isso é preciso garantir boa colocação aqui - completa Luis.

No aeroporto de Osaka, de onde a Seleção seguiu para Sendai nesta quarta-feira, o carteado e o troca-troca de informações sobre penteados com as cubanas animaram a viagem. Fernanda, Virna, Arlene, Valeskinha e Fabiana preferiram o baralho. Mas Fabi logo se junto ao outro grupo, formado por Fofão e Raquel, quando o assunto passou a ser as trancinhas das cubanas.

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