John Cirincione, diretor do Projeto de Não-Proliferação do Carnegie Endowment for International Peace, disse que o anúncio feito na segunda-feira pelo governo brasileiro de enriquecer urânio é "preocupante".
-Uma vez detentor dessa tecnologia, o Brasil pode enriquecer o urânio o quanto desejar, sendo capaz de fazer armas nucleares-, afirmou Cirincione.
O Ministério da Ciência e Tecnologia diz que o projeto tem fins pacíficos. O urânio servirá como combustível para a produção de energia elétrica nas usinas nucleares de Angra 1 e 2.