Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2026

Brasil bate Coréia e Bernardinho só pensa na vaga

O técnico Bernardinho, da Seleção Brasileira masculina de vôlei, disse, após a vitória por 3 sets a 0 sobre a Coréia do Sul, na Copa do Mundo, neste domingo, que seu primeiro objetivo é a "classificação para os Jogos Olímpicos" e depois começará a "pensar no título". (Leia Mais)

Domingo, 16 de Novembro de 2003 às 10:44, por: CdB

O técnico Bernardinho, da Seleção Brasileira masculina de vôlei, disse, após a vitória por 3 sets a 0 sobre a Coréia do Sul, na Copa do Mundo, neste domingo, que seu primeiro objetivo é a "classificação para os Jogos Olímpicos" e depois começará a "pensar no título".

- Temos que nos classificar porque, caso contrário, minha esposa (Fernanda Venturini, capitã da seleção feminina) riria de mim - brincou.

- Estou muito orgulhoso com a classificação da Seleção feminina. Formei dez das 12 jogadoras dessa equipe e isso me enche de satisfação - reconheceu.

Depois da primeira vitória, em partida disputada em Nagano, Bernardinho mostrou preocupação com relação à próxima partida da equipe, nesta segunda, contra a França.

- Será uma partida muito difícil e o resultado será crucial para o futuro. Temos que enfrentar os mais fortes durante os primeiros dias do torneio e isso sempre é muito complicado - assegurou o técnico.

- A França é a equipe que mais evoluiu em nível internacional. Possui uma defesa forte, similar a das equipes asiáticas. Além disso, é muito consistente em ataque e bloqueio - afirmou Bernardinho.

Sobre a atuação de Anderson, eleito melhor jogador da partida, Bernardinho disse que o atleta "tem grandes possibilidades para seguir crescendo". "Anderson ainda pode fazer melhor, por isso exijo tanto dele. No futuro, ele pode tornar-se uma estrela", explicou.

O atacante, por sua vez, confessou que "jogar desde o início" lhe deu mais confiança. - Não costumo estar na equipe titular. Estou acostumado a jogar em momentos cruciais e por isso estou contente, embora sei que devo melhorar meus saques - disse.

- Estou a três anos jogando a liga japonesa e familiarizado com o estilo e o ambiente das quadras. Mas jogar com minha seleção é totalmente diferente - explicou Anderson.

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