Rio de Janeiro, 02 de Novembro de 2026

Bradesco lucra R$ 2 bi, em três meses, e sustenta novo recorde

Maior banco privado brasileiro, o Bradesco divulgou, nesta segunda-feira, a obtenção de um lucro líquido da ordem de R$ 2,102 bilhões, apenas nos três primeiros meses deste ano. O resultado significa um aumento de 23,3% em comparação ao mesmo período no ano passado. Entre janeiro e e início de abril de 2007, o ganho do banco chegou a US$ 1,705 bilhão. (Leia Mais)

Segunda, 28 de Abril de 2008 às 07:11, por: CdB

Maior banco privado brasileiro, o Bradesco divulgou, nesta segunda-feira, a obtenção de um lucro líquido da ordem de R$ 2,102 bilhões, apenas nos três primeiros meses deste ano. O resultado significa um aumento de 23,3% em comparação ao mesmo período no ano passado. Entre janeiro e e início de abril de 2007, o ganho do banco chegou a US$ 1,705 bilhão. As ações apresentaram um rendimento de R$ 0,68, com um retorno de 32% sobre o patrimônio líquido médio, um dos mais importantes indicadores da rentabilidade de um banco.

Um consistente aumento na carteira de crédito do banco, de 38,5%, comparado a igual trimestre, ano passado, chegou a R$ 169,408 bilhões. Deste total, as operações com pessoas físicas somaram R$ 62,226 bilhões, o que sustentou um crescimento de 34,3%. Nos empréstimos a pessoas jurídicas, o aumento foi ainda maior, de 41%, com o total do crédito em R$ 107,182 bilhões.

Ano passado, o lucro líquido do banco aumentou em 58,5% na comparação com 2006, com um ganho de R$ 8,010 bilhões, um valor recorde para qualquer banco, no mundo, sustentado há cinco trimestres consecutivos. Segundo o balanço divulgado, o patrimônio líquido do Bradesco chegou a R$ 32,909 bilhões no período até 31 de março, com um aumento de 26,4% em relação ao no mesmo período de 2007. Os ativos totais consolidados ficaram em R$ 355,517 bilhões no trimestre passado, o que revela o crescimento de 26,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

A unidade de investimentos do Bradesco, neste trimestre, comprou a maior corretora de ações do país, a Ágora, ao preço de R$ 830 milhões, além de assumir o controle da administradora de planos de saúde Mediservice por R$ 84,9 milhões.

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