O dólar comercial operou em baixa durante quase toda a sessão. A moeda estrangeira teve esta quinta-feira queda de 0,26%. Depois de oscilar entre a máxima de R$ 3,028 na compra e R$ 3,013 na venda, a divisa fechou cotada a R$ 3,015 para compra e a R$ 3,017 para venda. A Bovespa encerrou o pregão viva-voz com alta de 1,81%, superando pela primeira vez, em três meses, os 22 mil pontos, somando 22.064 pontos.
A bolsa paulista opera em alta animada pelos dados sobre os preços no atacados dos Estados Unidos, que caíram mais que o esperado em junho.
O Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) recuou 0,3% e o núcleo do indicador aumentou 0,2%. Economistas consultados pela Reuters previam aumento de 0,2% tanto no PPI quanto no núcleo.
O número tranquiliza investidores em relação a uma postura mais agressiva do Federal Reserve em relação à taxa de juros norte-americana.
"O núcleo veio mais ou menos em linha e isso dá uma tranquilizada no mercado. Mas o mais importante ainda é o CPI amanhã", disse um operador de um banco nacional.
Dia nos mercados
Dólar - O dólar à vista e as projeções de juro na BM&F fecharam em queda nesta quinta-feira, com os investidores mais otimistas após dados da produção industrial e a inflação no atacado nos EUA.
Bovespa - A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 1,81% nesta quinta-feira e já acumula valorização de 5,6% na semana.
Títulos da Dívida - O risco Brasil voltou a cair esta quinta-feira 1,30%, somando 607 pontos.
Petróleo - O preço do petróleo em Nova York encerrou levemente em queda nesta quinta-feira com o mercado mais aliviado depois da forte elevação na véspera.
Wall Street - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em baixa nesta quinta-feira, pressionadas pela preocupação de investidores com lucros corporativos e a atividade econômica.
Europa - A previsão pessimista da gigante do setor de telefonia móvel Nokia derrubou as principais bolsas da Europa nesta quinta-feira, e levantou temores de que os lucros de 2004 não correspondam às expectativas.
Ásia O setor de tecnologia derrubou a maior parte das bolsas de valores asiáticas nesta quinta-feira, depois de comentários pessimistas de empresas e de o Smith Barney reduzir a avaliação de algumas companhias.