Rio de Janeiro, 04 de Fevereiro de 2026

Bovespa sobe e risco-país cai para 151 pontos

Quinta, 12 de Julho de 2007 às 11:01, por: CdB

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu quase 1,3% no início da tarde desta quinta-feira, na esteira do firme desempenho das bolsas norte-americanas. A bolsa renovou seu recorde, operando acima de 57 mil pontos, com destaque para a disparada das ações da Vale do Rio Doce e do Unibanco.

Em Nova York, o índice industrial Dow Jones, referência para o mercado norte-americano, registrava valorização de 1,2%, enquanto o índice dos principais papéis brasileiros tinha alta de 2,5%. Por aqui, o mercado também mostrava uma alta procura por ações: o volume negociado, pouco depois das 13h, já era de R$ 2,6 bilhões.

Ações

Entre as ações da Vale do Rio Doce eram as mais negociadas, com avanço de 2,6%.  Os papéis do Unibanco subiam quase 6% pela manhã, com o terceiro maior giro do Ibovespa. Para o sócio-diretor da M2 Investimentos Marco Antonio Gazel, a alta está associada à precificação da oferta de ações da Redecard, cujo controle é dividido por Unibanco, Itaucard e Citibank.

Outros bancos também exibiam força: o Bradesco exibia ganho de 4%, enquanto Itaú tinha alta de 2,6%.

Considerado um dos principais termômetros da confiança dos investidores na economia brasileira, o risco Brasil, calculado pelo banco internacional JP Morgan Chase, caía 1,95% por volta das 13h desta quinta-feira para 151 pontos. Na quarta-feira, o risco-país fechou em 154 pontos.

O risco-país é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo.

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