Rio de Janeiro, 01 de Outubro de 2026

Bovespa abre semana em baixa, de olho nos efeitos da gripe suína

Segunda, 27 de Abril de 2009 às 08:31, por: CdB

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o pregão desta desta segunda-feira em ritmo nervoso, em linha com mercado global. Os investidores visualizam uma agenda econômica pesada, com indicadores decisivos a serem divulgados, ao longo dos próximos dias, mas de olho nos efeitos econômicos da crise suína em países do Hemisfério Norte. A epidemia é responsável pelas mortes de mais de uma centena de pessoas, sobre uma já combalida economia global. A taxa de câmbio atingia, no início do pregão, a marca dos R$ 2,21.

O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, perde 1,65%, aos 46.002 pontos. Na sexta-feira, a Bolsa fechou em alta de 2,12%.

O dólar comercial, às 11h25, era vendido a R$ 2,216, com um acréscimo de 1,09% sobre a cotação da semana passada. A taxa de risco-país marca 385 pontos, número 1,6% acima da pontuação anterior.

Na Ásia, as principais Bolsas de Valores fecharam os negócios desta segunda-feira em terreno negativo, devido ao temor quanto ao impacto da crise suína sobre a crise global. A Bolsa de Xangai caiu 1,8%, enquanto o mercado de Taiwan cedia 3%. A única exceção foi a Bolsa Japonesa, que valorizou 0,8%, com ações de bancos. Na Europa, a Bolsa londrina retrai 1,01% enquanto o mercado de Frankfurt sofre queda de 1,10%.

Na agenda econômica externa não há indicadores de peso a serem divulgados nesta segunda-feira. O destaque da semana é a projeção do PIB do primeiro trimestre norte-americano, nesta quarta-feira. Na sexta-feira, a Perdigão comunicou em caráter oficial que foram retomadas as conversas com a Sadia sobre uma possível associação de ambas. Ainda na sexta, a processadora de cartões de crédito no Brasil Redecard informou que teve lucro líquido recorrente de R$ 317,2 milhões no primeiro trimestre, número 42,6% superior ao resultado no início do ano passado.

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