O presidente licenciado do PFL, Jorge Bornhausen (SC), afirmou que está afastada a possibilidade de conciliação com o senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), enquanto não houver uma retratação dele. "Não tem tentativa de conciliação. Ele (ACM) terá de contestar ou de se retratar", disse Bornhausen, acrecentando que ACM tem oito dias para fazer a contestação no processo do pedido de expulsão do partido.
Bornhausen disse que ele precisava tomar essa iniciativa. - Eu tinha de fazer isso em defesa da minha honra e do meu futuro político. Agora o problema já não é mais meu - afirmou, em referência às acusações do senador baiano de que Bornhausen estaria roubando o partido. Ele ressaltou que a adoção de outras medidas judiciais contra ACM, vai depender da evolução dos acontecimentos.