Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Bombeiros controlam incêndio em galpão na Zona Sul de SP

O Corpo de Bombeiros de São Paulo trabalhou na fase de rescaldo, após contralar o incêndio em um galpão de materiais de tapeçaria, na Zona Sul da capital paulista. De acordo com a corporação o fogo começou por volta das 8h e foi controlado com o auxílio de 11 viaturas.

Sexta, 23 de Janeiro de 2015 às 10:10, por: CdB
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De acordo com a corporação o fogo começou por volta das 8h e foi controlado com o auxílio de 11 viaturas
O Corpo de Bombeiros de São Paulo trabalhou na fase de rescaldo, após contralar o incêndio em um galpão de materiais de tapeçaria, na Zona Sul da capital paulista. De acordo com a corporação o fogo começou por volta das 8h e foi controlado com o auxílio de 11 viaturas. Um bombeiro se machucou, atingido por uma mangueira que escapou com a pressão da água. Ele caiu de uma escada e passa bem, apesar de dores na região lombar. O imóvel, localizado na Rua Eugênio Guidugli, na região do Grajaú e tem 300 metros quadrados. Não houve risco de interdição dos imóveis próximos. Uma loja de confecções na região de Santo Amaro,  também na  Zona Sul da capital paulista, foi atingida por um incêndio na noite do último domingo. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas começaram às 20h e o local entrou em fase de rescaldo por volta da meia-noite. Não houve vítimas. O incêndio ocorreu na Avenida Adolfo Pinheiro, número 500, e chegou a mobilizar 14 equipes de bombeiros. No início da manhã de segunda-feira, uma viatura permaneceu no local por precaução. Na última quinta-feira, um shopping da Rua 25 de Março com quatro andares e três pisos na parte inferior também pegou fogo. Funcionavam no local pequenas lojas de comércio popular, que vendiam bijuterias, bolsas e roupas. Por precaução, a Defesa Civil chegou a interditar todo o quarteirão onde fica o imóvel. Comerciantes peruanos, donos de lojas no shopping, acionaram um porta-voz do Consulado do Peru para obter informações sobre o combate ao incêndio. Rosana Vasques, de 29 anos, queixou-se de que os comerciantes não tinham informações e queriam saber se havia sobrado alguma coisa intacta nas lojas. “Muitos peruanos guardavam seu dinheirinho lá, e a gente não tem certeza de como ficou a situação”.
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