Tudo indica que podem ser muitos bons a partir da 1ª reunião, ocorrida nessa 2ª feira, entre o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardoso, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
O ministro da Justiça saiu de encontro garantindo o que tem sido praticamente impossível até agora: uma integração entre as Forças Armadas, a Polícia Federal (PF) e a polícia paulista no governo da presidenta Dilma Rouseff. O assunto foi um dos discutidos no Palácio dos Bandeirantes.
“Estamos iniciando um jogo. Delineamos um conjunto de atividades. O Estado de São Paulo e o governo federal estarão juntos”, afirmou o ministro. Cardoso não deu mais detalhes das futuras parcerias, mas antecipou que discutiu com Alckmin a criação de um “pacto nacional de combate ao crime organizado”.
Já o governador paulista adiantou que tratou com o ministro da questão dos dependentes químicos, quando defendeu um esforço conjunto no tratamento de saúde deles.
Candidato tucano a presidente fala de rede fictícia
Indício mais do que claro de que, também Alckmin já descobriu que era balela aquela história de seu antecessor, José Serra, que na campanha eleitoral para presidente da República em que foi derrotado no ano passado, falava que construira uma rede de clínicas de apoios aos adicticos. Inexistente.
O começo da relação e a possibilidades de parcerias União-São Paulo, portanto, é promissor. Tudo indica que o novo governador Alckmin mudará a relação com o governo federal e que a estabelecerá como ela realmente deve ser: por cima da questão partidária e das disputas eleitorais.
Tomara que dê certo e tem tudo para dar, já que da parte dos nossos governos do PT nunca houve discriminação. Com a palavra os governadores e prefeitos tucanos. Por exemplo, o governador reeleito de Alagoas, Teotonio Vilela Filho, que o diga.
Rio de Janeiro, 21 de Agosto de 2026
Edições digital e impressa