Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

BNDES teve lucro líquido de R$ 4,9 bilhões

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve lucro líquido de R$ 4,9 bilhões de janeiro a setembro, alta de 3,5% sobre igual período do ano passado, informou o banco de fomento nesta quinta-feira.

Quinta, 14 de Novembro de 2013 às 13:04, por: CdB
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O BNDES também mencionou o impacto positivo da coluna de provisões para risco de crédito
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve lucro líquido de R$ 4,9 bilhões de janeiro a setembro, alta de 3,5%  sobre igual período do ano passado, informou o banco de fomento nesta quinta-feira. Segundo o banco, o que mais contribuiu para o desempenho foi o resultado com financiamentos a projetos de investimentos, em meio a redução de spreads nos financiamentos, incentivada pelo governo federal. O BNDES também mencionou o impacto positivo da coluna de provisões para risco de crédito, que ficou positiva em R$ 225 milhões, por causa de uma receita de extraordinária de R$ 415 milhões com recuperação de crédito. Em igual etapa de 2012, essa linha apontara despesas de R$ 417 milhões. A inadimplência do sistema BNDES foi de 0,02%  em 30 de setembro, segundo comunicado. Em dezembro de 2012, a inadimplência era de 0,06%. As despesas operacionais (administrativas, de pessoal e tributos sobre o lucro) somaram R$ 5,12 bilhões no período, ante R$ 4,17 bilhões um ano antes. Segundo o BNDES, esta alta foi causada pelo aumento do lucro tributável. Segundo a instituição, o saldo de sua carteira de crédito e repasses no fim de setembro era de R$ 537,7 bilhões, um avanço de 9,24%  sobre o fim de 2012. No mês passado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo federal deve reduzir os repasses de recursos para o BNDES em 2014, e o objetivo no longo prazo é zerar os empréstimos do Tesouro Nacional ao banco de fomento. Os desembolsos do BNDES somaram o recorde de R$ 102 bilhões de janeiro a julho, aumento de 50% na comparação com mesmo período de 2012, em meio aos esforços do governo para ampliar a oferta de crédito estatal e tentar conter a desaceleração da economia.
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