Num conjunto de perguntas endereçadas ao Ministério da Economia e do Emprego, o Bloco condena actuação das lojas Parfois. Bloco defende fiscalização aprofundada urgente para que “quem comete estes atropelos aos Direitos dos Trabalhadores não fique impune”. Artigo |6 Agosto, 2011 - 16:52
Ao tomar conhecimento do email de denúncia de condições de trabalho ilegais na Parfois do Colombo, enviado por uma trabalhadora desta loja ao movimento Precários Inflexíveis, e da demissão desta trabalhadora pela Administração, por a mesma ter exigido o pagamento das horas extra que havia trabalhado, o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda enviou um conjunto de questões ao Ministério da Economia e do Emprego sobre esta matéria.
No documento, o Bloco “considera urgente que a Autoridade para as Condições do Trabalho realize uma fiscalização aprofundada às práticas laborais das lojas da marca Parfois, mas também ao comércio a retalho das grandes superfícies comerciais, para que quem comete estes atropelos aos Direitos dos Trabalhadores não fique impune”.
O movimento Precários Inflexíveis tem apelado ao envio de um email de protesto à empresa e a denúncia da trabalhadora da loja Parfois no Colombo já motivou um grupo no Facebook que faz a participação dos atropelos aos direitos dos trabalhadores neste estabelecimento e que apela ao boicote à Parfois.
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