A fabricante de celulares inteligentes BlackBerry cortou várias dezenas de postos de trabalho de sua equipe de vendas nos Estados Unidos, noticiou o Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com o assunto.
A fabricante de celulares inteligentes BlackBerry cortou várias dezenas de postos de trabalho de sua equipe de vendas nos Estados Unidos
A fabricante de celulares inteligentes BlackBerry cortou várias dezenas de postos de trabalho de sua equipe de vendas nos Estados Unidos, noticiou o Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com o assunto.
As demissões fazem parte de um programa de cortes que está em curso há várias semanas na companhia canadense, afirmaram as fontes ao jornal.
- Posso confirmar que um pequeno número de empregados foram demitidos - disse um porta-voz da empresa ao WSJ, sem fornecer mais detalhes.
A BlackBerry, que tem visto sua participação de mercado encolher e ser tomada por rivais como o iPhone, da Apple, e celulares que usam o sistema Android, do Google, afirmou no mês passado que estava avaliando suas opções, que poderiam incluir uma venda imediata.
A notícia das demissões foi publicada pela primeira vez pelo blog canadense de tecnologia Cantech Letter.
A BlackBerry não pôde ser imediatamente contatada pela Reuters para comentar o assunto fora do horário comercial nos EUA.
Apple opta por lucro em vez de fatia de mercado com novo iPhone
O preço mais elevado do que o esperado do novo iPhone mais barato da Apple apresentado na terça-feira aliviou preocupações sobre as margens de lucro da empresa, mas despertou preocupações de que companhia não está sendo agressiva o suficiente para lutar contra o Android, do Google.
As ações da Apple caíam cerca de 3%, a US$ 480,50, antes do mercado abrir nesta quarta-feira, um dia depois da companhia ter revelado o modelo 5S, o iPhone topo de linha equipado com um scanner de impressões digitais, bem como o 5C, mais barato e destinado a mercados emergentes.
"... Nossa preocupação é que a incapacidade/relutância da Apple em lançar uma oferta de baixo custo para os mercados emergentes quase garante que a empresa vai continuar perdendo participação de mercado em smartphones até que escolha abordar segmentos mais baixos", disseram os analistas da Sanford C. Bernstein, em relatório.
Ainda assim, o Bernstein manteve sua classificação de "outperform" (desempenho acima do mercado) para as ações da Apple, dizendo que espera que os novos iPhones tenham pouco impacto sobre as margens da empresa.
O analista Stuart Jeffrey, da Nomura Equity Research, elevou seu preço-alvo para as ações da Apple de US$ 420 para US$ 480 e afirmou que a empresa pode ter assegurado margens estáveis para os próximos trimestres com o 5C a US$ 99 com contrato com operadora, e US$ 549 sem contrato.
Porém, isso não foi o suficiente para o BofA Merrill Lynch e Credit Suisse. Ambos rebaixaram as ações da Apple para "neutro", ante recomendação anterior de "compra" e "outperform".
- Em vez de oferecer preços atraentes para os consumidores, movendo o iPhone 5C para um segmento novo e de preços crescentes, a Apple manteve uma estratégia de preços premium, direcionando o alvo para smartphones entre US$ 400 e US$ 800 - afirmou o analista do Credit Suisse Kulbinder Garcha em relatório.
- Esse segmento não tem previsão de um crescimento significativo a longo prazo. Esta decisão, na margem, é boa para a rentabilidade, mas não para o crescimento.
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