Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Bernie Ecclestone afirma que Fórmula 1 não tem nada contra a Rússia

A Fórmula 1 não tem nada contra a Rússia e o primeiro grande prêmio do país acontecerá conforme o planejado, em outubro, apesar da crise na Ucrânia, disse o chefe comercial da F1, Bernie Ecclestone, nesta sexta-feira. “Nós temos um contrato. Nossos amigos lá estão felizes com esse contrato, então estaremos presentes”, disse Ecclestone, de 83 anos, nos bastidores do Grande Prêmio da Bélgica.

Sexta, 22 de Agosto de 2014 às 08:51, por: CdB
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Chefe-executivo da F1, Bernie Ecclestone, conversa com jornalistas em Spa-Francorchamps O piloto alemão de Fórmula 1 da Mercedes Nico Rosberg concede entrevista coletiva antes do Grande Prêmio da Bélgica,
A Fórmula 1 não tem nada contra a Rússia e o primeiro grande prêmio do país acontecerá conforme o planejado, em outubro, apesar da crise na Ucrânia, disse o chefe comercial da F1, Bernie Ecclestone, nesta sexta-feira. - Nós temos um contrato. Nossos amigos lá estão felizes com esse contrato, então estaremos presentes - disse Ecclestone, de 83 anos, nos bastidores do Grande Prêmio da Bélgica. - Se as pessoas têm algum embate com a Rússia, talvez elas tenham (problemas). Eu não sei. Não temos nada disso - acrescentou. Sochi, balneário russo no Mar Negro que sediou os Jogos Olímpicos de Inverno em fevereiro, abrigará o primeiro Grande Prêmio da Rússia de Fórmula 1, em 12 de outubro. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) deu seu selo de aprovação ao circuito, mas a corrida, um evento marcante para o presidente Vladimir Putin, tem sido alvo de críticas desde que o país anexou a região da Crimeia, em março, e do abate de um avião da Malásia sobre a Ucrânia, no mês passado. Nações ocidentais impuseram sanções contra a Rússia, após os EUA e a União Europeia terem considerado que Moscou está apoiando rebeldes separatistas no leste da Ucrânia. O vice-primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Nick Clegg, disse no mês passado que a corrida da Rússia não deveria prosseguir. Ecclestone, que foi a julgamento em abril por alegações de ter pago um suborno de US$ 44 milhões a um ex-banqueiro alemão para facilitar a venda de uma fatia majoritária na F1 há oito anos, disse que vai retomar seu lugar no conselho administrativo do qual havia renunciado, após ter concordado em pagar US$ 100 milhões como parte de um acordo judicial. Rosberg e Hamilton
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Nico Rosberg, e seu companheiro de Mercedes, Lewis Hamilton, discordaram novamente nesta quinta-feira, pouco antes de voltarem a brigar pelo título, no Grande Prêmio da Bélgica. De volta ao trabalho após a longa pausa de agosto, os dois pilotos foram questionados sobre as polêmicas "ordens de equipe" que ocorreram na corrida anterior, na Hungria. Rosberg indicou que eles haviam discutido a situação, enquanto Hamilton disse que não houve conversa entre os dois e não via necessidade disso. - Percebi que houve um pouco de confusão depois da Hungria, então é melhor não acrescentar muito, eu acho, e continuo a não dar muitos detalhes - disse Rosberg em entrevista coletiva sem a presença de Hamilton. - Em geral, é claro, nós discutimos isso depois da corrida, apenas porque é importante rever uma situação como essa e saber como seguir. - Agora estamos seguindo, mas, é claro, eu também aprendi várias coisas com essa corrida que vou tentar adaptar para o futuro - acrescentou o alemão, relaxado depois de um período de férias nas ilhas italianas de Capri e Ischia. Rosberg tem 11 pontos à frente de Hamilton após 11 de 19 corridas, apesar de o britânico ter vencido cinco vezes contra quatro do alemão. Na Hungria, Hamilton largou do pitlane, enquanto Rosberg foi pole e aparentemente estava a caminho de uma vitória confortável. Mas, com a corrida interrompida duas vezes pelo carro de segurança, Hamilton foi o terceiro e Rosberg, o quarto - com o alemão reclamando que seu companheiro de equipe não o deixou passar quando a equipe pediu para fazê-lo. Hamilton alegou que Rosberg não esteve perto o suficiente e que não iria diminuir seu ritmo e sabotar suas próprias chances. A equipe posteriormente apoiou suas ações. - Não houve (uma discussão). Eu não sei o que Nico disse, mas não sentamos todos juntos ainda - disse Hamilton a jornalistas quando perguntado sobre os comentários desta quinta-feira de Rosberg. - Não estou certo de que isso precisa acontecer - acrescentou o campeão mundial de 2008. - Cheguei aqui muito claro sobre o que deve ser feito e me sinto muito confortável com a forma como a equipe reagiu e a decisão que tiveram. Está muito claro para mim. Não tenho certeza se acontece o mesmo do outro lado - completou.
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