Rio de Janeiro, 18 de Agosto de 2026

Berkshire Hathaway investiu US$1 bilhão na Apple

A Berkshire Hathaway, do bilionário norte-americano Warren Buffett, revelou nesta segunda-feira deter uma nova fatia na Apple

Segunda, 16 de Maio de 2016 às 08:43, por: CdB

Não está claro quem fez o investimento, Buffett ou um de seus gestores de portfólios, Todd Combs e Ted Weschler, que investem cada um cerca de US$ 9 bilhões

  Por Redação, com Reuters - de Nova York:   A Berkshire Hathaway, do bilionário norte-americano Warren Buffett, revelou nesta segunda-feira deter uma nova fatia na Apple, apostando que o preço da ação da companhia pode se recuperar depois que as vendas trimestrais do iPhone caíram pela primeira vez. A Berkshire detinha 9,81 milhões de ações da Apple, no valor de US$ 1,07 bilhão, em 31 de março, segundo documento ao regulador do mercado norte-americano no qual detalha a participação na companhia.
apple-1.jpg
A Berkshire detinha 9,81 milhões de ações da Apple, no valor de US$ 1,07 bilhão, em 31 de março
Não está claro quem fez o investimento, Buffett ou um de seus gestores de portfólios, Todd Combs e Ted Weschler, que investem cada um cerca de US$ 9 bilhões. Buffett disse que normalmente faz ele mesmo os investimentos multibilionários da Berkshire, enquanto Combs e Weschler fazem apostas menores. O investimento na Apple pode ter sido realizado com dinheiro proveniente da venda de ações da AT&T. A Berkshire detinha 1,6 bilhão de dólares em participação na AT&T no fim do ano, mas não listou investimentos na empresa de telefonia no documento desta segunda-feira. No final de abril, a Apple divulgou vendas de 51,2 milhões de iPhones no segundo trimestre fiscal, uma queda ante os 61,2 milhões comercializados em igual etapa do ano anterior.

Política do Facebook

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, se reunirá esta semana com conservadores proeminentes dos meios de comunicação, para discutir as acusações de parcialidade política na popular rede social, disse um porta-voz da empresa. O Facebook foi criticado na semana passada, quando um ex-funcionário não identificado disse ao site de notícias de tecnologia Gizmodo que os trabalhadores muitas vezes omitem histórias políticas conservadoras da lista "trending topics" da empresa. Zuckerberg disse que o Facebook tem "não encontrou nenhuma evidência de que o relato é verdadeiro", mas continuará investigando. Uma comissão do Senado Estados Unidos também abriu um inquérito sobre as práticas do Facebook. Na sexta-feira, o Facebook definiu suas orientações para "Trending Topics" na sua seção de relações com a mídia e afirmou que os revisores não são autorizados e tampouco aconselhados a discriminar fontes de notícias. O Facebook, agora avaliado em cerca de US$ 350 bilhões, tornou-se uma grande fonte de notícias para os seus mais de 1 bilhão de usuários ativos por dia. Sessenta e três por cento dos usuários, ou 41 % de todos os adultos norte-americanos, dizem que consomem notícias no site, de acordo com um estudo realizado no ano passado pelo Pew Research Center e da Fundação Knight.    
Tags:
Edições digital e impressa