O Federal Reserve pode acabar comprando mais do que os US$ 600 bilhões em bônus do governo norte-americano que anunciou, se a economia não responder ou se o desemprego se mantiver muito alto, disse o chairman da instituição, Ben Bernanke. O Fed revisa regularmente sua política e pode ajustar a quantia das compras de bônus dependendo do ritmo da economia, falou.
Em uma rara entrevista televisionada, Bernanke disse ao programa 60 Minutes que as ações do Fed visam dar suporte ao que ainda é uma frágil recuperação econômica, rejeitando as críticas que dizem que a política monetária atual causará inflação no futuro.
– Esse medo da inflação eu acho que é muito exagerado. Ao reduzir juros, esperamos estimular a economia a crescer mais rapidamente. A questão é achar o momento apropriado para começar a retirar essa política. E é isso que vamos fazer – disse ele na entrevista que foi ao ar na noite passada.
BC norte-americano sinaliza enxurrada de dólares ainda maior
O Federal Reserve pode acabar comprando mais do que os US$ 600 bilhões em bônus do governo norte-americano que anunciou, se a economia não responder ou se o desemprego se mantiver muito alto, disse o chairman da instituição, Ben Bernanke. O Fed revisa regularmente sua política e pode ajustar a quantia das compras de bônus dependendo do ritmo da economia, falou.
Segunda, 06 de Dezembro de 2010 às 13:58, por: CdB
O Federal Reserve pode acabar comprando mais do que os US$ 600 bilhões em bônus do governo norte-americano que anunciou, se a economia não responder ou se o desemprego se mantiver muito alto, disse o chairman da instituição, Ben Bernanke. O Fed revisa regularmente sua política e pode ajustar a quantia das compras de bônus dependendo do ritmo da economia, falou.
Em uma rara entrevista televisionada, Bernanke disse ao programa 60 Minutes que as ações do Fed visam dar suporte ao que ainda é uma frágil recuperação econômica, rejeitando as críticas que dizem que a política monetária atual causará inflação no futuro.
– Esse medo da inflação eu acho que é muito exagerado. Ao reduzir juros, esperamos estimular a economia a crescer mais rapidamente. A questão é achar o momento apropriado para começar a retirar essa política. E é isso que vamos fazer – disse ele na entrevista que foi ao ar na noite passada.