Bastian Schweinsteiger é o novo capitão da seleção da Alemanha
O meio-campista Bastian Schweinsteiger foi nomeado o novo capitão da seleção da Alemanha nesta terça-feira para suceder o companheiro de equipe no Bayern de Munique Philipp Lahm, que se aposentou da seleção após a conquista da Copa do Mundo no Brasil, em julho.
Jogador alemão Bastian Schweinsteiger durante partida da Copa do Mundo no Brasil Meia argentino Di María, reforço do Manchester United
O meio-campista Bastian Schweinsteiger foi nomeado o novo capitão da seleção da Alemanha nesta terça-feira para suceder o companheiro de equipe no Bayern de Munique Philipp Lahm, que se aposentou da seleção após a conquista da Copa do Mundo no Brasil, em julho.
Schweinsteiger, de 30 anos e que já disputou 108 jogos e marcou 23 gols pela Alemanha, não vai estrear pela equipe no novo papel de capitão no amistoso de quarta-feira contra a Argentina, uma reedição da final da Copa do Mundo, por estar lesionado.
O jogador do Bayern, o atleta mais experiente da seleção após a aposentadoria de Lahm, também desfalcará a Alemanha no primeiro jogo das eliminatórias para a Eurocopa de 2016, contra a Escócia, no domingo.
- Bastian é o líder absoluto e sempre carregou responsabilidade pela seleção, dentro e fora de campo - disse o técnico Joachim Loew a repórteres.
- Sei que Bastian está sempre lá quando precisamos dele. Ele será um grande e valoroso capitão do nosso time. Ele é um sucessor legítimo para Philipp.
Loew também anunciou a convocação de última hora do meio-campista Sebastian Rudy, uma vez que Jerome Boateng e Sami Khedira são dúvidas para o jogo com a Argentina e Mesut Ozil e Mats Hummels estão fora.
Loew também disse que o ex-técnico do Stuttgart Thomas Schneider será seu novo assistente, substituindo Hansi Flick, que virou o diretor esportivo da federação.
Clubes ingleses
Os times de futebol da Premier League inglesa gastaram juntos o valor recorde de 835 milhões de libras (R$ 3,1 bilhões) em novos jogadores durante a janela de transferências do meio do ano, reinvestindo o dinheiro recebido com os novos contratos pelos direitos de TV.
O total foi quase o dobro dos 425 milhões de libras gastos pelos times da Espanha, o segundo país a gastar mais em novos jogadores, de acordo com dados divulgados pela grupo de serviços financeiros Deloitte, nesta terça-feira.
A Premier League gera mais dinheiro do que qualquer outra liga nacional no mundo, enquanto a Espanha tem as potências Real Madrid e Barcelona, os dois clubes de maior receita devido à forma como o dinheiro da televisão é dividido no país.
O Manchester United, 20 vezes campeão inglês, gastou cerca de 150 milhões de libras após a chegada do novo técnico Louis van Gaal, que tenta evitar a repetição do fracasso do time na temporada passada, quando terminou num frustrante sétimo lugar.
Os times das principais ligas da Europa tinham até segunda-feira à noite para fechar seus elencos para os próximos meses, o que levou a uma correia nas últimas horas da janela de transferência. Os clubes agora não podem mais contratar jogadores até janeiro.
A competição na Inglaterra entre as emissoras BskyB e BT elevou os valores pagos pelos direitos de transmissão, e os clubes ainda se beneficiam de acordos lucrativos de TV ao redor do mundo.
Em média, os clubes da Premier Legue receberam 25 milhões de libras a mais da TV na temporada 2013-2014, os primeiros frutos de um novo acordo de três anos.
Dois nomes que fizeram manchetes na Copa do Mundo do Brasil rumaram para a Espanha após o Mundial, em negócios que ajudaram a movimentar o mercado no continente como um todo.
O colombiano James Rodríguez, artilheiro do Mundial, que era do Monaco, foi contratado pelo Real Madrid por cerca de 80 milhões de euros (R$ 235 milhões), enquanto o uruguaio Luis Suárez, expulso da Copa por ter mordido um adversário, trocou o Liverpool pelo Barcelona por cerca de 65 milhões de libras (R$ 241 milhões).
Fora de Inglaterra e Espanha, os gastos de times das outras grandes ligas da Europa foram mais contidos. As contratações de reforços somaram 260 milhões de libras na Itália, 250 milhões na Alemanha e apenas 100 milhões na França.
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