Rio de Janeiro, 24 de Agosto de 2026

Bandeira do Brasil danificada por ataque é trocada na Praça dos Três Poderes

Os brasilienses aproveitaram o domingo ensolarado na capital federal para assistir à tradicional cerimônia de substituição da bandeira, na Praça dos Três Poderes. A solenidade é feita todo primeiro domingo do mês, sob a coordenação das Forças Armadas e do governo do Distrito Federal.

Domingo, 01 de Maio de 2011 às 07:10, por: CdB
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Os brasilienses aproveitaram o domingo ensolarado na capital federal para assistir à tradicional cerimônia de substituição da bandeira, na Praça dos Três Poderes. A solenidade é feita todo primeiro domingo do mês, sob a coordenação das Forças Armadas e do governo do Distrito Federal. Para a servidora pública Patrícia Lobo, a cerimônia desperta o sentimento cívico dos brasileiros. – Vim prestigiar. O evento é lindo. É importante ressaltar o amor à pátria – disse. O militar Jorge Xavier participou da solenidade pela segunda vez. – Acho interessante. Tem de ter essa questão nacional e os militares nos seus lugares – observou. Este mês, a cerimônia esteve sob a responsabilidade do Exército Brasileiro e foi conduzida por 600 alunos do Colégio Militar de Brasília (CMB). O Batalhão Escolar, como é chamado o grupamento do CMB, fez uma apresentação cultural com sua banda de música, o coral, bailarinos do corpo de baile e apresentação com gaitas de fole. A bandeira do Brasil, na Praça dos Três Poderes, é considerada a maior bandeira do mundo. Medindo 186 metros quadrados, está presa a um mastro especial e hasteada a 100 metros de altura. No mês passado, o símbolo nacional foi alvo de dois ataques. No dia 13 de abril, Paulo Sérgio Ferreira, de 38 anos, subiu no mastro e ateou fogo em uma ponta da bandeira brasileira. Cerca de duas semanas depois, três integrantes da Associação dos Ex-Soldados Especializados da Aeronáutica (Anese) também escalaram o mastro, mas não danificaram a bandeira. Eles reivindicavam a reintegração aos quadros da Aeronáutica e foram aplaudidos por cerca de 30 pessoas também ligadas à Anese, que os aguardavam no solo.
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