Rio de Janeiro, 23 de Setembro de 2026

Balança comercial se fortalece na China

Uma recuperação surpreendentemente firme das exportações e importações da China em julho ofereceu alguma esperança de que a segunda maior economia do mundo pode estar se estabilizando após mais de dois anos de crescimento lento.

Quinta, 08 de Agosto de 2013 às 07:22, por: CdB
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Uma recuperação surpreendentemente firme das exportações e importações da China
Uma recuperação surpreendentemente firme das exportações e importações da China em julho ofereceu alguma esperança de que a segunda maior economia do mundo pode estar se estabilizando após mais de dois anos de crescimento lento. As importações de petróleo e minério de ferro se recuperaram de mínimas de vários meses para registrar máximas no mês passado, à medida que mais matérias-primas foram adquiridas para recompor estoques, e as compras de soja bateram recorde pelo segundo mês seguido. Uma estabilização da economia seria um alívio para os líderes da China, que vêm lutando para sustentar o crescimento desde meados do ano em meio a preocupações de que uma forte desaceleração pode afetar suas tentativas de reformar a economia para que ela seja mais direcionada pelo consumo do que pelo investimento e a indústria. Dados da Administração de Alfândega mostraram que as exportações subiram 5,1%  em julho ante o ano anterior, após a primeira queda em 17 meses em junho. Analistas esperavam um aumento de 3%. As importações foram ainda melhores, com um salto de 10,9%  ante o ano anterior, mais de cinco vezes o que analistas esperavam. A força inesperada nas importações deixou a China com um superávit comercial, menor do que o esperado, de US$ 17,8 bilhões. - Julho parece refletir um retorno a um 'normal - escreveram analistas da Moody's. "Em outras palavras, embora o pior pareça ter acabado, a mudança será relativamente rasa." De fato, as exportações nos três meses encerrados em 31 de julho registraram o aumento anual mais lento desde outubro de 2009, mostraram cálculos da agência inglesa de notícias Reuters.
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