Depois de afirmar que considerava o valor de R$ 23 como possível preço para o gás de cozinha em caso de tabelamento pelo governo, o ministro Francisco Gomide de Minas e Energia divulgou uma nota para dizer que se referia apenas a um exemplo. O valor mencionado foi usado exclusivamente como exemplo para explicar a prática dos distribuidores e revendedores de GLP após a liberação do mercado, ocorrido em 1º janeiro de 2002. Portanto, não deve ser considerado como preço máximo ao consumidor, caso a intervenção do governo sobre os preços do produto se revele indispensável", disse na nota. Ele explicou que poderá haver variações no valor de município para município "em razão das diferentes alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e dos custos dos fretes". Durante conversa com jornalistas ontem pela manhã, o ministro foi questionado se o valor citado como exemplo (R$ 23) seria o utilizado em caso de intervenção. "Boa pergunta. Acho que sim", respondeu o ministro durante a entrevista. Na nota, Gomide disse ainda que "confia que as conversações com os distribuidores e revendedores de gás de cozinha chegarão a bom termo, sem necessidade de intervenção do Governo sobre os preços do GLP
Baixa do gás não era verdadeira, mas apenas um mau exemplo de Ministro
Depois de afirmar que considerava o valor de R$ 23 como possível preço para o gás de cozinha em caso de tabelamento pelo governo, o ministro Francisco Gomide de Minas e Energia divulgou uma nota para dizer que se referia apenas a um exemplo.
Sexta, 26 de Julho de 2002 às 06:17, por: CdB