Enquanto a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) faz suas aventuras militares gastando bilhões de euros a partir de um continente (Europa) com quase 30 milhões de desempregados, que aumenta todo tipo de impostos e corta até as pensões dos aposentados, a ultra-direita marcha para a vitória eleitoral total na Finlândia e na Hungria.
Na Finlândia, a extrema direita foi a grande vencedora da eleição parlamentar de domingo pp. Na Hungria, caminha para sagrar-se vitoriosa no 2º turno na próxima 2ª feira (25.04).
Nos dois países, a extrema direita tende não só a ganhar as eleições - já venceu na Finlândia -, como já avisa que vai vetar os planos de reestruturação das dívidas de países como Portugal. Na Hungria o Partido da Fé - isso mesmo, o nome é este - aprova uma Constituição autoritária e religiosa. Acreditem se quiser!
Mais, ainda: Na Itália, seu primeiro-ministro, Sílvio Berlusconi, esse exemplo de democrata, é taxativo: “ou a União Européia se entende sobre imigração, ou é melhor se separar”.
Isso sem falar na Bélgica, que entrou para o Guiness, o livro dos recordes, num ranking eminentemente político: está sem governo há meses, há exatos 291 dias.
Cai o pano em toda a velha Europa.