Vírus, worms, trojans. Entre outros, estes são malwares que proliferam na web como ameaça para os usuários, sejam eles domésticos ou corporativos. Atualmente, a média de 40 a 50 mil ameaças são geradas por dia, com propósito de ações criminosas pela web. Diante deste cenário, as fabricantes de antivírus tiveram de desenvolver novos métodos de detecção para acompanhar a velocidade da criação de vírus no mercado.
Seguindo esta tendência, a AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança, desenvolveu novos sistemas de análise em sua recém-lançada versão de antivírus, o AVG 2011.
Além da detecção por assinatura, o AVG 2011 oferece a detecção heurísitca, a análise comportamental, e a proteção a sites, pelo recurso surf-shield, como novos componentes de detecção.
Com isso, o antivírus AVG expandiu seus critérios de detecção e tem ganhado destaque entre os testes realizados por laboratórios especializados na análise da performance dos malwares atuantes no mercado. Segundo Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil, os laboratórios de análise utilizam metodologias diferentes para a detecção de vírus, por isso, muitas vezes os resultados são conflitantes.
Por exemplo, a análise estática que utiliza apenas a detecção por assinatura pode dar resultados piores que o real por não permitir o uso das outras tecnologias.
"O AVG destaca-se em análises dinâmicas, ou seja, quando o vírus é identificado ao rodar no computador ou quando um site infectado é acessado. A partir destas métricas, o laboratório de análise AV Test colocou o AVG como a número 1 nos resultados de detecção de vírus", avalia Sumrell.
O AVG também está muito bem cotado pelo laboratório chinês PCST, que analisa os vírus criados na China. Esse bom desempenho com vírus específicos para a China reflete a capacidade do produto para detectar ameaças que ainda não estão na base de assinatura de vírus conhecidos. Isso também é muito importante para o mercado brasileiro, tendo em vista que são produzidos cerca de 80 mil vírus específicos para o Brasil por ano.
Mundialmente, a AVG atende a 110 milhões de usuários, que fornecem 1,5 bilhão de itens para análise, diariamente. "O compartilhamento das informações sobre as ameaças ajudam toda comunidade AVG a estar melhor protegida, visto que a detecção de novos malwares é realizada de forma eficiente", finaliza Sumrell.
AVG 2011 apresenta novas formas de detecção de vírus
Vírus, worms, trojans. Entre outros, estes são malwares que proliferam na web como ameaça para os usuários, sejam eles domésticos ou corporativos. Atualmente, a média de 40 a 50 mil ameaças são geradas por dia, com propósito de ações criminosas pela web.
Quarta, 19 de Janeiro de 2011 às 11:22, por: CdB
Vírus, worms, trojans. Entre outros, estes são malwares que proliferam na web como ameaça para os usuários, sejam eles domésticos ou corporativos. Atualmente, a média de 40 a 50 mil ameaças são geradas por dia, com propósito de ações criminosas pela web. Diante deste cenário, as fabricantes de antivírus tiveram de desenvolver novos métodos de detecção para acompanhar a velocidade da criação de vírus no mercado.
Seguindo esta tendência, a AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança, desenvolveu novos sistemas de análise em sua recém-lançada versão de antivírus, o AVG 2011.
Além da detecção por assinatura, o AVG 2011 oferece a detecção heurísitca, a análise comportamental, e a proteção a sites, pelo recurso surf-shield, como novos componentes de detecção.
Com isso, o antivírus AVG expandiu seus critérios de detecção e tem ganhado destaque entre os testes realizados por laboratórios especializados na análise da performance dos malwares atuantes no mercado. Segundo Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil, os laboratórios de análise utilizam metodologias diferentes para a detecção de vírus, por isso, muitas vezes os resultados são conflitantes.
Por exemplo, a análise estática que utiliza apenas a detecção por assinatura pode dar resultados piores que o real por não permitir o uso das outras tecnologias.
"O AVG destaca-se em análises dinâmicas, ou seja, quando o vírus é identificado ao rodar no computador ou quando um site infectado é acessado. A partir destas métricas, o laboratório de análise AV Test colocou o AVG como a número 1 nos resultados de detecção de vírus", avalia Sumrell.
O AVG também está muito bem cotado pelo laboratório chinês PCST, que analisa os vírus criados na China. Esse bom desempenho com vírus específicos para a China reflete a capacidade do produto para detectar ameaças que ainda não estão na base de assinatura de vírus conhecidos. Isso também é muito importante para o mercado brasileiro, tendo em vista que são produzidos cerca de 80 mil vírus específicos para o Brasil por ano.
Mundialmente, a AVG atende a 110 milhões de usuários, que fornecem 1,5 bilhão de itens para análise, diariamente. "O compartilhamento das informações sobre as ameaças ajudam toda comunidade AVG a estar melhor protegida, visto que a detecção de novos malwares é realizada de forma eficiente", finaliza Sumrell.