Rio de Janeiro, 14 de Setembro de 2026

Avaliação do governo melhora com geração de empregos

Terça, 14 de Dezembro de 2004 às 10:40, por: CdB

A melhora do quadro econômico do país, especialmente na área de emprego, foi o principal motivo para elevar a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mostrou hoje a pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). A avaliação positiva do governo subiu para 44,5% em dezembro ante 41,3% em setembro. Enquanto isso, a avaliação negativa passou de 16,4% para 14,4% e a regular variou de 39,1% para 38,2% neste mês.

- A base de todo o aumento é a economia, apesar dos problemas de crise gerencial política, como o PMDB e a crise na base que já vem se arrastando há mais de um mês. A questão da economia é mais focada na geração de emprego - disse Clésio Andrade (PL), vice-governador de Minas Gerais e presidente da CNT.

A aprovação do desempenho pessoal do presidente Lula apresentou um forte crescimento, passando de 58,8% em setembro para 65,4% neste mês. Já a desaprovação caiu de 30,7% para 26,7%.

A 73ª Pesquisa CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas entre os dias 7, 8 e 9 de dezembro, em 195 municípios de cinco Estados. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na avaliação dos Estados, cresceu a avaliação positiva de 43,6% de setembro para 45,6% e, nos municípios, de 41,5% para 42,6%.

No âmbito econômico, 13,8% das pessoas ouvidas disseram que a renda mensal nos últimos seis meses aumentou. Em setembro, este índice foi de 15,7%. Para os próximos seis meses, 47,7% têm expectativa de crescimento, contra a avaliação de 43,1% de setembro.

Avaliações

Saúde nos últimos seis meses
Melhorou para 25,4% contra 25,2% de setembro
Ficou igual para 32,6% contra 31,6% de setembro
Piorou para 40,2% contra 40,7% de setembro

Educação nos últimos seis meses
Melhorou para 34,9% contra 36,1% de setembro
Ficou igual para 33,6% contra 33,8% de setembro
Piorou para 29,5% contra 28,2% de setembro

Pobreza nos últimos seis meses
Melhorou para 10,3% contra 11% de setembro
Ficou igual para 26,6% contra 24,5% de setembro
Piorou para 62,4% contra 63,4% de setembro

Violência nos últimos seis meses
Melhorou para 4,3% contra 4,9% de setembro
Ficou igual para 9,6% contra 12,4% de setembro
Piorou para 85% contra 81,4% de setembro

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