Foram liberados os recursos para dar continuidade a construção do Hospital Geral de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, no valor de quase R$ 12 milhões. A unidade contará com 133 leitos e também será referência na Baixada, assim como o Hospital Geral de Nilópolis Vereador Melquíades Calazans.
Dos 133 leitos, 44 serão do setor de emergência e os demais 89 para internação. O Centro de Imagem e Diagnóstico contará com salas de raios X, tomografia, eletrocardiograma e ultra-sonografia, além de laboratório de análises clínicas, CTI (centro de tratamento intensivo), com 34 leitos, sendo seis de UTI neonatal, 10 de UI neonatal, seis de UTI pediátrica, seis de UTI adulto e seis de UTI coronariana.
O hospital contará ainda com centro cirúrgico obstetrício para casos de alto risco com seis salas. No setor de pronto atendimento, os moradores da região poderão contar com serviços de clínica geral, pediatria, ortopedia, sutura, nebulização e exames pré-natal, entre outros. Já o setor de internação oferecerá quatro leitos no berçário, três de isolamento e 48 de enfermaria.
O secretário de Saúde, Gilson Cantarino, confirmou que nesta segunda-feira começam a operar a UTI neonatal e a maternidade do Hospital Geral de Nilópolis, cuja UTI adulto entrou em funcionamento no sábado.
Foram investidos mais de R$ 11 milhões no hospital, que é equipado com o que há de mais moderno para atender os casos de maior complexidade. O hospital tem capacidade para atender 300 pessoas por dia e funciona como uma unidade de referência na região, atendendo casos graves encaminhados pelos postos de saúde e hospitais das prefeituras, desafogando o atendimento nos hospitais da Posse, em Nova Iguaçu, e Juscelino Kubitschek, também em Nilópolis.
Embora muitos moradores procurem a unidade para atendimento de emergência, ela não é um pronto-socorro. Neste caso, os profissionais prestam um primeiro atendimento e encaminham os pacientes para uma unidade mais apropriada.
A internação no hospital funciona da seguinte forma: os postos de saúde do município e hospitais encaminham os pacientes que necessitam de atendimento especializado através da Central de Regulação de Leitos da Secretaria de Saúde.