Rio de Janeiro, 13 de Janeiro de 2026

Autoridade de Controle de Dopagem tem permissão para fiscalizar

A Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês) comunicou na semana passada a volta à conformidade da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem

Segunda, 17 de Abril de 2017 às 11:45, por: CdB

Dessa maneira, o Conselho de Fundação da Wada determinou que a ABCD fosse removida da lista de signatários não conformes, com efeito imediato

Por Redação, com ACS - de Brasília:

A Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês) comunicou na semana passada a volta à conformidade da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD). O anúncio é resultado da recomendação do Comitê de Revisão de Cumprimento da agência, após o governo brasileiro ter criado o Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJAD).

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Agência Mundial Antidoping autorizou entidade a voltar ao controle de dopagem, após criação de Tribunal do Esporte

Ao cumprir o compromisso em relação à Wada sobre a criação do TJAD e seu regimento interno. A ABCD volta a ter a permissão para fazer controle de dopagem. “Cumprimos o nosso compromisso. O tempo que demorou foi o tempo para a Wada analisar o processo de criação do tribunal. Incluindo o Regimento Interno”, ressaltou o secretário nacional da ABCD, Rogério Sampaio.

Dessa maneira, o Conselho de Fundação da Wada determinou que a ABCD fosse removida da lista de signatários não conformes. Com efeito imediato.

No fim do mês de março, a ABCD passou por uma auditoria da Wada. Procedimento padrão para as agências que estão saindo do status de não conformidade. Na ocasião, os auditores fizeram uma recomendação independente para a volta à conformidade.

Todo o processo ocorreu também com a entrega da documentação necessária à Compliance Review Commitee (CRC). Comissão independente da Wada que analisa todos os casos de conformidade. E que envia sua opinião ao Conselho de Fundação da entidade. Ambos os comitês indicaram o retorno da ABCD à conformidade.

Parque Olímpico

O Parque Olímpico da Barra, localizado no Rio de Janeiro. Passa por uma fase de transformação para se tornar um legado, acessível a todos. Esse é o novo desafio do governo após a realização dos Jogos Rio 2016. 

Em dezembro de 2016, o Ministério do Esporte passou a ser responsável pela gestão das Arenas Cariocas 1 e 2, do Velódromo e do Centro Olímpico de Tênis. Já a prefeitura do Rio de Janeiro ficou a cargo da desmontagem e remontagem do Estádio Aquático, da Arena do Futuro – que será transformada em quatro escolas – e pela Arena Carioca 3, que se tornará um ginásio experimental olímpico – uma escola vocacionada para o esporte, com capacidade para mil alunos. 

A concessionária Rio Mais S.A., que fez uma parceria público privada com a prefeitura, também tem atribuições específicas nas áreas comuns do parque, como serviços de limpeza e segurança. 

Calendário 

Desde que assumiu a administração das instalações, o Ministério do Esporte tem trabalhado na reconfiguração dos quatro equipamentos pelos quais ficou responsável, transformando cada um deles do modo Jogos Olímpicos para o modo legado.  

O calendário de uso permanente desses equipamentos já está sendo construído junto às confederações. O plano de uso para o modo legado incluirá treinamento e eventos, tanto de alto rendimento como de base, sem falar em núcleos de iniciação esportiva, inclusão, lazer e participação.  

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