O ex-funcionário do Société Générale acusado da maior fraude da história do banco confessou à polícia, nesta segunda-feira, que escondeu suas atividades de seus superiores, mas que não teve intenção de prejudicar o banco, afirmou o promotor de Paris. O promotor disse que uma investigação formal por fraude foi aberta e que solicitou que o operador Jerome Kerviel, 31, fique em detenção temporária.
Ele afirmou que Kerviel contou à polícia que ocultou suas operações, mas que o fez porque queria melhorar sua reputação como operador, sem qualquer intenção de causar prejuízo ao banco, que afirma ter perdido 4,9 bilhões de euros como resultado dessas negociações.