O aumento nos preços dos óleos combustíveis e dos produtos metalúrgicos, por um lado, e por outro, de alguns produtos ligados aos setores de bens duráveis e semi-duráveis são indicativos de reaquecimento da economia, mas também efeitos da sazonalidade de final de ano, quando há quase sempre aumento de consumo em alguns setores da economia.
A opinião foi manifestada nesta terça-feira, no Rio, pelo coordenador de Índices da Fundação Getúlio Vargas, André Furtado Braz.
Furtado lembra que ainda há empresas operando com capacidade ociosa, embora a situação hoje já seja bem melhor e os números apontam para o reaquecimento da economia.
- Há também, naturalmente, um crescimento da demanda comum a esta época do ano. De qualquer forma, o efeito ainda não é grande e a pressão não é forte porque ainda há um hiato de produção. Por isso mesmo, não acreditamos numa alta de preços. A tendência é que o IGP-M de novembro fique mesmo em torno destes 0,38%, que a taxa que estamos divulgando nesta segunda prévia do mês. Há equilíbrios entre preços que caem e outros que sobem. Portanto, não deve haver sobressaltos, apesar das vendas de Natal.
Aumento do combustível indica reaquecimento da economia, aponta FGV
O aumento nos preços dos óleos combustíveis e dos produtos metalúrgicos, por um lado, e por outro, de alguns produtos ligados aos setores de bens duráveis e semi-duráveis são indicativos de reaquecimento da economia, mas também efeitos da sazonalidade de final de ano, quando há quase sempre aumento de consumo em alguns setores da economia. (Leia Mais)
Terça, 18 de Novembro de 2003 às 19:25, por: CdB