Rio de Janeiro, 06 de Novembro de 2026

Aumenta para 35 número de empresas que disputam Arco Metropolitano

A Secretaria de Obras do Estado deu início,à fase final do processo de licitação das obras do Arco Metropolitano. Trinta e cinco empresas entregaram documentação referente à capacidade jurídica, técnica, fiscal e econômico-financeira. (Leia Mais)

Segunda, 28 de Janeiro de 2008 às 12:33, por: CdB

A Secretaria de Obras do Estado deu início,à fase final do processo de licitação das obras do Arco Metropolitano. Trinta e cinco empresas entregaram documentação referente à capacidade jurídica, técnica, fiscal e econômico-financeira.
 
– Na próxima quarta-feira vamos anunciar o resultado da análise jurídico-financeira das empresas. Depois, passaremos para a qualificação técnica das habilitadas inicialmente – explicou o subsecretário executivo de Obras, Hudson Braga, ressaltando que a expectativa é iniciar as obras na primeira quinzena de março.

Trinta e quatro empresas uniram-se em consórcios, que são os seguintes: Odebrecht/Andrade Gutierrez; OAS/Camargo Correa; Delta/Oriente; Mendes Júnior/Fidens; Carioca/Queiroz Galvão; Via/Emsa; Equipav/Paulitec; Triunfo/DM; Serveng/EBTE; Ferreira Guedes/S.A Paulista; Ivaí/Torc; Encalso/Sobrenco; CR Almeida/Barbosa Mello; ARG/Cowan; Construcap/Egesa; EIT/A.Gaspar e Cetenco/Contern. A construtora Constram habilitou-se individualmente.

O Arco Metropolitano, que terá 145 quilômetros de extensão total, vai ligar o município de Itaboraí ao Porto de Itaguaí, cortando a Baixada Fluminense.

O projeto está previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal e orçado em cerca de R$ 928 milhões.

O trecho a ser construído pelo Governo do Estado terá 70,9 quilômetros de extensão e foi dividido em quatro lotes de obras. São eles: lote 1: do Km 48,5 ao Km 63, com extensão de 14,5 quilômetros; lote 2: do Km 63 ao Km 82,6, com 19,6 quilômetros; lote 3: do Km 82,6 ao Km 99,5, com extensão de 16,9 quilômetros; e lote 4 do Km 99,5 ao Km 119,4, com 19,9 quilômetros de extensão. De acordo com o edital de licitação, os quatro lotes serão construídos por quatro consórcios ou empresas distintas. A escolha será pelo menor preço.

Além de desafogar o tráfego da Região Metropolitana, em especial da Avenida Brasil e Ponte Rio-Niterói, a estrada também vai facilitar o transporte de cargas de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo ao Porto de Itaguaí, viabilizando este terminal.

O arco é composto por quatro segmentos. O primeiro compreende um trecho da BR-493, de 25 quilômetros, que vai do entroncamento da BR-101, em Manilha, ao entroncamento com a BR-116, em Santa Guilhermina. Este trecho será duplicado pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit). O segundo, já pronto, é de responsabilidade da concessionária, ou seja, o trecho da BR-116, com 22 quilômetros, que vai do entroncamento com a BR-040 em Saracuruna, Duque de Caxias, ao entroncamento com a BR-493, em Santa Guilhermina.

O terceiro segmento a ser construído pelo Estado, com aproximadamente 70 quilômetros, vai de Duque de Caxias ao Porto de Itaguaí, cortando as BR-040 (Rio-Juiz de Fora), BR-465 (antiga Rio-São Paulo), BR-116 (Via Dutra) e BR-101 (Rio-Santos). O quarto segmento fica na BR-101 (Rio-Santos), de 22 quilômetros, e está sendo duplicado pelo governo federal. Este vai de Itacuruçá à Avenida Brasil (altura de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio).
 

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