Os seqüestros-relâmpago aumentam nas grandes cidades brasileiras, de acordo com levantamento do programa 'Fantástico'. O crime não está previsto no código penal, então registrado como um simples roubo, apesar de o bandido manter a pessoa refém por algumas horas, geralmente rodando pela cidade, fazendo ameaças e agredindo as vítimas.
Esse tipo de crime surgiu em São Paulo há cerca de três anos. A polícia não divulga o número de vítimas, mas empresas de segurança revelam que a cada duas horas, uma pessoa é seqüestrada na cidade.
A violência leva 500 pessoas por mês a procurar uma empresa para obter um rastreador de veículos por satélite - a instalação custa R$ 2 mil, e a manutenção, R$ 200. Empresas oferecem até helicópteros para rastrear o carro.
Em 2003, foram registrados 260 casos em Brasília, 81 em Fortaleza, 23 na Bahia, e 305 no Rio Grande do Sul. A polícia e especialistas em segurança dão orientações de como uma pessoa deve agir em caso de seqüestro-relâmpago, como não reagir, responder apenas o que for perguntado, não fazer movimentos bruscos, tentar parecer calmo e acionar a polícia.
Aumenta número de seqüestros-relâmpago no Brasil
Segunda, 15 de Março de 2004 às 01:38, por: CdB