Rio de Janeiro, 09 de Agosto de 2026

Atividade da indústria começa aquecida em São Paulo

O ano começou em alta para a indústria paulista. Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Indicador de Nível de Atividade (INA) subiu 0,3% em janeiro, se comparado a dezembro, na série com ajuste sazonal.

Quinta, 24 de Fevereiro de 2011 às 10:33, por: CdB

O ano começou em alta para a indústria paulista. Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Indicador de Nível de Atividade (INA) subiu 0,3% em janeiro, se comparado a dezembro, na série com ajuste sazonal. Sem o ajuste, queda foi de 5,6%. Na comparação com igual período do ano passado, o indicador registrou aumento de 2,8%. Ainda segundo a pesquisa, o nível de utilização da capacidade instalada, que mede o uso de máquinas e equipamentos nas indústrias, permaneceu em 79,4% em janeiro, após os 81,3% registrados em dezembro e os 76,3% contabilizados no mesmo mês de 2010, considerando os dados sem ajuste sazonal. O levantamento apontou, ainda, que o total de salários pagos seguiu estável no mês passado, ante dezembro, já descontada a inflação do período. Já as horas trabalhadas na produção subiram 0,5% em janeiro. Já as vendas reais da indústria tiveram baixa de 2,9% na comparação com dezembro. A Fiesp também revisou ainda os dados de dezembro e, no novo panorama, com ajuste sazonal, ficou evidente a queda de 0,9% no mês, ante um acréscimo de 0,4% divulgado anteriormente. Sem ajuste o indicador passou de queda de 8,7% para 10,6%. Outro indicador, que mostra a percepção dos empresários sobre as perspectivas da economia, mensurado pelo Sensor Fiesp, mostra uma alta para este mês. O índice atingiu 54 pontos, ante 50,2 pontos verificados em janeiro. O sensor varia entre 0 e 100 pontos e números acima de 50 indicam otimismo. Entre os itens que formam o índice, o que teve a maior pontuação foi: mercado (59,7), seguido por investimentos (56,3) e vendas (54,2). E, por último, emprego (51,9) e estoque (47,8) encerram a série.

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