Carros-bomba atacaram as forças de segurança iraquianas, nesta sexta-feira, em Bagdá, matando ao menos 24 pessoas. Oitenta e nove pessoas, a maior parte policiais e membros da Guarda Nacional, também ficaram feridas, segundo a polícia. Os ataques aconteceram um dia depois da formação de um gabinete de governo no país, três meses após as históricas eleições de janeiro.
Uma fita supostamente gravada pelo líder da rede Al Qaeda no Iraque, Abu Musab al-Zarqawi, convocou mais ataques suicidas contra as forças dos EUA e prometeu não deixar o presidente George W. Bush ter "paz de espírito".
Horas depois de quatro bombas terem matado 13 pessoas no distrito de Aadhamiya, os insurgentes agiram na área de Nova Bagdá, matando duas pessoas. A tática usada foi seguir um ataque a outro e atingir os serviços de emergência.
Depois de um primeiro-carro bomba explodir junto a um comboio da Guarda Nacional, a polícia no local foi vítima de um segundo carro-bomba.
Três carros-bombas mataram ao menos nove soldados iraquianos e feriram 35 em ataques perto de um posto de checagem, em um hospital e em uma agência dos correios ao sul de Bagdá, disse a polícia.
Na relativamente tranquila cidade curda de Arbil, militantes detonaram uma bomba quando um especialista antibombas e um civil tentavam desarmar um dispositivo em uma estrada.