Rio de Janeiro, 12 de Janeiro de 2026

Ataque israelense mata soldados sírios em pesado bombardeio

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos disse que não está claro se o bombardeio israelense foi aéreo ou por meio de bombardeios terrestres na região próxima às Colinas de Golan, capturadas na Guerra dos Seis Dias

Domingo, 23 de Abril de 2017 às 11:22, por: CdB

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um grupo britânico de monitoramento da guerra, disse que não está claro se o bombardeio israelense na província de Quneitra foi aéreo ou por meio de bombardeios terrestres

 

Por Redação, com agências internacionais - de Damasco

 

Um pesado ataque israelense contra uma base militar pró-governo sírio das Forças de Defesa Nacional (NDF, na sigla em inglês), no sul da Síria, matou três membros da NDF, neste domingo. A informação foi confirmada pela milícia do grupo e equipes de monitoramento.

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Apesar do bombardeio israelense, os soldados sírios mantiveram-se firmes na posição atacada

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um grupo britânico de monitoramento da guerra, disse que não está claro se o ataque na província de Quneitra foi aéreo ou por meio de bombardeios terrestres.

Bombardeio israelense

Israel realizou ataques aéreos ou lançou morteiros durante a guerra de seis anos na Síria, muitas vezes em resposta às ocasionais balas perdidas de combates entre as facções sírias.

O exército israelense se recusou a comentar os relatos. O exército sírio não pode ser contatado imediatamente para comentar.

O NDF disse que o ataque atingiu o seu campo militar no campo de Quneitra, que fica perto das Colinas de Golã. O território foi capturado por Israel, em uma guerra de 1967 contra a Síria.

Avanço sírio

No font ao norte, o exército sírio, apoiado pelas forças aliadas, expulsou os extremistas islâmicos. Eles ocupavam o povoado de Halfaya, no norte da província de Hama. Trata-se de importante base do agrupamento terrorista Frente al-Nusra nesta zona da Síria, disse uma fonte no local à agência russa de notícias Sputnik.

Segundo a fonte, o exército de Damasco está avançando em direção às fronteiras das províncias de Latakia e Idlib. O movimento vem fazendo os militantes da Al Qaeda recuar em massa.

A engenharia militar já começou a examinar os territórios liberados para encontrar e desativar os explosivos. Anteriormente, o Ministério da Defesa russo havia informado o número de cidades e aldeias liberadas pelas tropas sírias. Desde 1º de janeiro deste ano, foram liberadas 228 localidades.

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