Rio de Janeiro, 22 de Fevereiro de 2026

Assessor da Presidência do Senado nega ter investigado parlamentares

Segunda, 08 de Outubro de 2007 às 14:55, por: CdB

O assessor do gabinete da Presidência do Senado Francisco Escórcio negou nesta segunda-feira ter feito qualquer gestão em Goiânia para investigar a vida dos senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO) para formar um dossiê que seria entregue ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Em nota à imprensa, Escórcio confirma que esteve em Goiânia no dia 24 de setembro para obter documentos usados em processo contra a diplomação do governador do Maranhão, Jackson Lago, que seriam entregues a uma emissora de televisão. Na nota, Escórcio não revela o teor de tais documentos, que estariam de posse do advogado que trata de causa movida por uma coligação partidária com o objetivo de impugnar a diplomação de Lago.

— O objetivo da viagem foi  reunir-me com o advogado patrono da causa de minha coligação partidária contra a diplomação do governador do Maranhão e obter cópia de alguns documentos que me foram solicitados por uma televisão desejosa de fazer uma matéria a esse respeito —, afirma o assessor da Presidência do Senado.

Escórcio diz ainda que, no escritório do advogado, encontrou-se com o ex-deputado Pedrinho Abrão, a quem trata de "velho amigo". O assessor acrescenta que, em nenhum momento, tratou com Abrão de questões como espionagem dos senadores Marconi Perillo e Demóstenes Torres ou de denúncias contra Renan Calheiros.  Por sua vez, Smithies, da Universidade da Carolina do Norte, desenvolveu os modelos de ratos para doenças humanas comuns, como pressão sangüínea alta e artérias obstruídas.

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