A arrecadação do governo federal em dezembro somou R$ 90,882 bilhões. De acordo com a Receita Federal o valor, recorde, é 16,17% superior ao de dezembro de 2009.
No acumulado do ano, o valor coletado em impostos e contribuições totalizou R$ 826,065 bilhões, em números corrigidos pelo IPCA. O montante é 9,85% maior do que o de um ano antes.
O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, estimou que em 2011 a arrecadação federal deverá ter aumento nominal de 10%.
– Depende do ambiente macroeconômico, depende dos indicadores... Olhando pela perspectiva do mês de janeiro, o percentual de 10% é factível –, disse Barreto.
Segundo nota da Receita Federal, o aumento de arrecadação no ano passado foi decorrente da "recuperação dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos".
A Receita destacou que a forte atividade industrial, a venda de bens e a massa salarial influenciaram a arrecadação do IPI, do PIS/Cofins e da contribuição previdenciária.
A venda de bens e serviços teve o crescimento mais significativo entre os segmentos macroeconômicos que impulsionaram a arrecadação: alta de 14,4%. Somente em dezembro, a alta foi de 17,1%.
A produção industrial registrou variação positiva de 11,7% no período, e a massa salarial teve alta de 13,2%.
O volume levantando com cobrança de IPI somou R$ 29,37 bilhões em 2010, aumento anual de 22,16%. Já o recolhimento de Cofins-Pis/Pasep totalizou R$ 184,7 bilhões, cifra 14,7% maior.
Já o IOF somou arrecadação de R$ 27,27 bilhões no período, com crescimento de 31,6%. O Imposto sobre Importação, somado ao IPI vinculado, somou R$ 33,2 bilhões, valor 25,89% superior ao de 2009.
O Imposto de Renda cobrado das pessoas físicas totalizou R$ 17,68 bilhões, com alta de 10,6%. Enquanto isso, o IR cobrado de pessoa jurídica, somado à Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), recuou 0,14%, para R$ 138,7 bilhões.
Por fim, a Cide, cobrada sobre os combustíveis, arrecadou R$ 7,9 bilhões em 2010, com alta de 53,5%.
Arrecadação federal deverá ter aumento nominal de 10% em 2011
A arrecadação do governo federal em dezembro somou R$ 90,882 bilhões. De acordo com a Receita Federal o valor, recorde, é 16,17% superior ao de dezembro de 2009. O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, estimou que em 2011 a arrecadação federal deverá ter aumento nominal de 10%.
Sexta, 21 de Janeiro de 2011 às 09:34, por: CdB
A arrecadação do governo federal em dezembro somou R$ 90,882 bilhões. De acordo com a Receita Federal o valor, recorde, é 16,17% superior ao de dezembro de 2009.
No acumulado do ano, o valor coletado em impostos e contribuições totalizou R$ 826,065 bilhões, em números corrigidos pelo IPCA. O montante é 9,85% maior do que o de um ano antes.
O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, estimou que em 2011 a arrecadação federal deverá ter aumento nominal de 10%.
– Depende do ambiente macroeconômico, depende dos indicadores... Olhando pela perspectiva do mês de janeiro, o percentual de 10% é factível –, disse Barreto.
Segundo nota da Receita Federal, o aumento de arrecadação no ano passado foi decorrente da "recuperação dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos".
A Receita destacou que a forte atividade industrial, a venda de bens e a massa salarial influenciaram a arrecadação do IPI, do PIS/Cofins e da contribuição previdenciária.
A venda de bens e serviços teve o crescimento mais significativo entre os segmentos macroeconômicos que impulsionaram a arrecadação: alta de 14,4%. Somente em dezembro, a alta foi de 17,1%.
A produção industrial registrou variação positiva de 11,7% no período, e a massa salarial teve alta de 13,2%.
O volume levantando com cobrança de IPI somou R$ 29,37 bilhões em 2010, aumento anual de 22,16%. Já o recolhimento de Cofins-Pis/Pasep totalizou R$ 184,7 bilhões, cifra 14,7% maior.
Já o IOF somou arrecadação de R$ 27,27 bilhões no período, com crescimento de 31,6%. O Imposto sobre Importação, somado ao IPI vinculado, somou R$ 33,2 bilhões, valor 25,89% superior ao de 2009.
O Imposto de Renda cobrado das pessoas físicas totalizou R$ 17,68 bilhões, com alta de 10,6%. Enquanto isso, o IR cobrado de pessoa jurídica, somado à Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), recuou 0,14%, para R$ 138,7 bilhões.
Por fim, a Cide, cobrada sobre os combustíveis, arrecadou R$ 7,9 bilhões em 2010, com alta de 53,5%.