Os mais recentes e excelentes números da arrecadação e do emprego só confirmam a força e o potencial de nossa economia. Se comparados com o resto do mundo eles dão bem uma idéia da oportunidade que temos de crescer de forma sustentável, sem inflação e dívida, sempre apoiados no mercado interno e na integração sulamericana e africana, mercados também em expansão.
Dados divulgados nesta 3ª feira pelo IBGE registram que a taxa nacional de desemprego em junho ficou em 6,2%, ainda mais baixa do que a de 6,4% apurada em maio.
É o menor índice de desemprego desde janeiro deste ano, quando ele ficou em 6,1%; o mais baixo no país num mês de junho nos últimos nove anos; e o menor apurado pelo Instituto desde que iniciou esse levantamento em 2002. Além disso, o contingente de pessoas desocupadas teve uma retração de 3% em junho ante maio deste ano.
Aumento da arrecadação dá base para nosso crescimento
A arrecadação de tributos federais aumentou 12,68% no 1º semestre deste ano, alcançando R$ 471,3 bi no período, segundo os números divulgados pela Receita Federal (RF). O total arrecadado subiu 23% em junho pp. em relação ao mesmo mês do ano passado, quando somou R$ 82,7 bi.
Este aumento de arrecadação é o que assegura os investimentos na infraestrutura econômica e no social, bases para nosso crescimento fundamentalmente apoiado no mercado interno e na distribuição de renda. Qualquer outra saída nos levará a mesma situação do resto do mundo.
Nele, o que temos é inflação, recessão e juros praticamente negativos até agora - daqui para a frente, aliás, tudo indica eles entrarão em alta também nos demais países, numa combinação que só revela a verdadeira causa da crise: a ação do sistema financeiro e agora sua pressão sobre os governos para estes pagarem a conta da crise econômica.
Arrecadação e emprego mostram acerto do modelo de crescimento
Quarta, 20 de Julho de 2011 às 06:21, por: CdB