A arrecadação de impostos e contribuições federais em setembro voltou a bater recorde, totalizando R$ 55,663 bilhões, um crescimento de 8,06% em comparação a setembro do ano passado. Na comparação com agosto de 2008, o crescimento foi de 2,95%. No acumulado até setembro a arrecadação totaliza R$ 499,225 bilhões, 10,8% a mais do que no mesmo período de 2007.
Segundo a Receita, o principal fator que contribuiu para o resultado foi a arrecadação atípica pela venda de empresa, no valor de R$ 655 milhões.
Já o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) mostrou queda de 5,94% na arrecadação de setembro em comparação a agosto deste ano. Segundo o coordenador-geral de Previsão da Secretaria da Receita, Raimundo Elói de Carvalho, ainda não dá para dizer se isso tem a ver com a crise. O secretário adjunto da Receita, Otacílio Dantas Cartaxo, esclareceu que os efeitos da crise na arrecadação não são instantâneos.
– Quando houver um reflexo, nós comunicaremos aos senhores – disse.
Bolsa em alta
No front da economia financeira, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operava em queda de 2,57%, aos 38.357 pontos, às 11h13. O volume negociado estava em R$ 123 milhões.
A única alta no horário era da empresa Cosan (0,08%). Já as baixas eram Brasken PNA (-5,89%), Siderúrgica Nacional ON (-5,62%) e Duratex PN (-5,23%).
A moeda norte-americana estava negociada na BM&FBovespa a R$ 2,15, em alta de 1,17%.