Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

Arco Metropolitano abre novos acessos a rodovias federais

Já está aberta ao tráfego de veículos a alça de interligação da BR-116 (Rio-Teresópolis) com a BR-040 (Rio-Petrópolis), em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Disponibilizado aos motoristas na segunda-feira, o acesso faz parte do trevo que o Governo do Estado está construindo no local e que vai permitir a ligação das duas rodovias com o Arco Metropolitano.

Quarta, 15 de Janeiro de 2014 às 08:32, por: CdB
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Alça definitiva tem 1,2 mil metros e liga a Rio-Teresópolis à Rio-Petrópolis
Já está aberta ao tráfego de veículos a alça de interligação da BR-116 (Rio-Teresópolis) com a BR-040 (Rio-Petrópolis), em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Disponibilizado aos motoristas na segunda-feira, o acesso faz parte do trevo que o Governo do Estado está construindo no local e que vai permitir a ligação das duas rodovias com o Arco Metropolitano. Para os motoristas nada muda, porque eles estavam usando um acesso provisório. A alça definitiva tem aproximadamente 1,2 mil metros O trevo de interseção vai atender os novos movimentos de tráfego no local. Para tornar isto possível, a atual interseção sofreu uma reformulação, passando a ter seis viadutos, sendo dois de concreto (já executados) e quatro metálicos (dois prontos, um em andamento e o último para ser executado até março) e 12 alças de acesso. A primeira foi liberada na segunda-feira e as demais estão em realização. A previsão é de que até março as obras da interseção estejam concluídas. Atualmente a interseção atende principalmente ao tráfego que tem como origem e destino as cidades serranas de Petrópolis e de Teresópolis, o Estado de Minas Gerais e o Norte do país e que se destinam ou tem origem no Rio de Janeiro e São Paulo. A nova interseção muda as características atuais e acrescenta a alternativa de destino ao Porto de Itaguaí e a ligação direta entre a Dutra e a Washington Luiz, através do Arco Metropolitano. - Esta rearrumação viária vai desafogar as vias expressas que cortam o centro urbano da capital, como a Ponte Rio-Niterói, a Avenida Brasil e a Linha Vermelha, especialmente do tráfego pesado dos caminhões de carga que procedem ou se destinam a Minas e Brasília e ao Norte do Estado, ao Espírito Santo e ao Nordeste brasileiro - afirmou o secretário de Obras, Hudson Braga. Construído pela Secretaria de Obras, o Arco Metropolitano é uma parceria com o governo federal, incluída no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Do total dos 145 quilômetros da rodovia, coube ao Estado construir o chamado trecho virgem, de 70,9 quilômetros, que liga Duque de Caxias a Itaguaí, atravessando Nova Iguaçu, Japeri e Seropédica. Este segmento da obra, que já está com 90% do cronograma concluído, vai do entroncamento da BR-040 (Rio-Juiz de Fora), em Caxias, ao acesso ao Porto de Itaguaí, na BR-101 (Rio-Santos), cortando a BR-465 (Rio-São Paulo) e a BR-116 (Via Dutra). Obra estratégica mais importante do Estado do Rio das últimas décadas, o Arco Metropolitano vai interligar rodovias federais que cortam o território fluminense, integrando vários grandes complexos industriais e transformando a Baixada Fluminense em um corredor logístico.    
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