Rio de Janeiro, 02 de Setembro de 2026

Aprovação do governo Dilma cai para 8%

O levantamento mostrou que 71% dos entrevistados consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto 8% avaliam a administração da petista como ótima ou boa.

Quinta, 06 de Agosto de 2015 às 07:22, por: CdB
Por Redação, com ABr - de Brasília: A popularidade da presidenta Dilma Rousseff voltou a cair, como mostra pesquisa Datafolha divulgada, nesta quinta-feira. Segundo o levantamento, feito nos dias 4 e 5 de agosto, 71% dos entrevistados consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto 8% avaliam a administração da petista como ótima ou boa. No último levantamento, divulgado em junho, 65% dos entrevistados consideraram o governo Dilma ruim ou péssimo e 10% o avaliaram como ótimo ou bom.
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A pesquisa ouviu 3.358 pessoas em 201 municípios nas cinco regiões do país
De acordo com a pesquisa, que ouviu 3.358 pessoas em 201 municípios nas cinco regiões do país, o grupo daqueles que consideravam o governo regular passou de 24%, em junho, para 20% este mês. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais. A pesquisa mostra ainda que a rejeição ao governo Dilma é homogênea em todas as regiões do país. Os piores índices foram registrados na Região Centro-Oeste, onde 77% dos entrevistados consideram-no ruim ou péssimo, seguido da Região Sudeste, onde 73% avaliaram a gestão petista como ruim ou péssima. Esse percentual no Nordeste chega a 66%. O Datafolha também perguntou aos entrevistados qual é o melhor sistema de governo para o país. Para 53%, o presidencialismo é a melhor opção, 28% consideraram o parlamentarismo e 19% não souberam responder. Até a divulgação desta pequisa, o recordista de impopularidade entre os presidentes avaliados desde 1990 foi Fernando Collor de Mello que, em setembro de 1992, tinha 9% de aprovação e 68% de reprovação. Programa do PT Durante o programa que o Partido dos Trabalhadores veiculará nesta quinta-feira a presidenta Dilma Rousseff dirá que sabe suportar “pressões e até injustiças”. Ela dirá, ainda, que o Brasil está em "ano de travessia" e que o país voltará a crescer economicamente com "todo nosso potencial". “Sei que muita coisa que precisa melhorar e tem muito brasileiro sofrendo. Mas, juntos, vamos sair desta. […] Estou do lado de vocês. Este é o meu caminho e por ele seguirei”, dia a presidenta.
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