Rio de Janeiro, 11 de Setembro de 2026

Apple autoriza moedas virtuais "aprovadas" em aplicativos

A Apple deixará que desenvolvedores de software incluam transações em moeda virtual em seus aplicativos, abrindo caminho para que novos formatos de dinheiro apareçam em iPhones e iPads. Os aplicativos podem facilitar a transmissão de moedas virtuais aprovadas desde que façam isso de acordo com todas as leis estaduais e federais para os territórios onde o aplicativo funciona.

Terça, 03 de Junho de 2014 às 08:10, por: CdB
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As moedas virtuais não têm o apoio de qualquer governo ou banco central, e são compradas e vendidas em uma rede ponto-a-ponto independentemente de um controle central
A Apple deixará que desenvolvedores de software incluam transações em moeda virtual em seus aplicativos, abrindo caminho para que novos formatos de dinheiro apareçam em iPhones e iPads. - Os aplicativos podem facilitar a transmissão de moedas virtuais aprovadas desde que façam isso de acordo com todas as leis estaduais e federais para os territórios onde o aplicativo funciona - disse a Apple em uma atualização de suas diretrizes de revisão do App Store. A Apple não deu detalhes sobre as moedas virtuais aprovadas. Uma porta-voz da Apple não respondeu imediatamente a um e-mail buscando mais informações. As moedas virtuais não têm o apoio de qualquer governo ou banco central, e são compradas e vendidas em uma rede ponto-a-ponto independentemente de um controle central. Vários reguladores estaduais dos Estados Unidos estão procurando endurecer as regras sobre o uso das controversas "criptomoedas" e têm, nos últimos meses, alertado investidores a considerarem os riscos associados a moedas virtuais antes de fazer negócios com elas. Na semana passada, a operadora de TV via satélite Dish Network disse que aceitará pagamentos em bitcoins de clientes a partir do terceiro trimestre, se juntando a companhias como Overstock.com e Zynga ao aceitar a moeda digital. Saúde digital A Apple revelou um novo aplicativo móvel que pode coletar e analisar dados sobre a saúde dos usuários, parte de um conjunto de novas funcionalidades de seu software móvel e de computação, durante conferência anual de seus desenvolvedores nesta segunda-feira. Chamado de "Healthkit", o aplicativo reunirá dados como pressão arterial e peso, coletados por uma infinidade crescente de aplicativos de saúde no iPhone ou iPad, afirmaram executivos da Apple aos desenvolvedores. A empresa vai trabalhar em conjunto com a Nike, empresa importante no setor de fitness, e com a Mayo Clinic no novo recurso, que será incluído nas versões mais recentes do software móvel da Apple. A notícia segue anúncio da arquirrival Samsung Electronics na semana passada sobre uma plataforma de armazenagem móvel de dados de saúde chamada SAMI (Samsung Architecture Multimodal Interactions). Não está claro como a Apple vai promover o Healthkit. A Samsung planeja promover a SAMI lançando um desafio para desenvolvedores e destinando um fundo de US$ 50 milhões para empreendedores iniciais de saúde digital. Na abertura da conferência nesta segunda-feira, o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, disse que a fabricante do iPhone já vendeu mais de 800 milhões de dispositivos móveis. Cerca de 130 milhões de clientes compraram seu primeiro dispositivo móvel da Apple nos últimos 12 meses, acrescentou. Nesta segunda-feira, a Apple descreveu como o "Yosemite", software para o Mac que chega na esteira do lançamento do "Mavericks", virá com um novo aplicativo de armazenamento de Internet, e permitirá aos usuários capturar as chamadas e ver mensagens de texto transmitidas para iPhones. Os usuários de computadores também serão capaz de abrir mapas, buscar informações ou procurar documentos digitando diretamente em suas telas iniciais.
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