Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

Dilma elogia políticas do governo Lula voltadas aos mais pobres

Com um discurso marcado por referências ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidenta Dilma Rousseff inaugurou nesta quinta-feira o teleférico do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Com capacidade para transportar 30 mil pessoas por dia em seis plataformas, o teleférico liga a estação de trem de Bunsucesso ao ponto mais alto do complexo.

Quinta, 07 de Julho de 2011 às 09:58, por: CdB
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Com um discurso marcado por referências ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidenta Dilma Rousseff inaugurou nesta quinta-feira o teleférico do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Com capacidade para transportar 30 mil pessoas por dia em seis plataformas, o teleférico liga a estação de trem de Bunsucesso ao ponto mais alto do complexo. Dilma chegou ao lado do governador Sérgio Cabral (PMDB) e do prefeito Eduardo Paes (PMDB). Após visitar as instalações da estação, a presidente Dilma seguiu para a estação do Morro do Adeus, onde participou da cerimônia de inauguração do teleférico. Um dos projetos mais esperados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio, a obra do teleférico foi lançada pelo ex-presidente Lula em 2008, quando ele batizou a presidenta Dilma, então ministra da Casa Civil, como mãe do PAC, e o vice-governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, responsável pela obra, como pai do PAC. Durante a inauguração, Dilma destacou que o projeto é “um símbolo” da capacidade do programa de melhorar a vida das pessoas. – Não voltamos (por meio do PAC) a investir (somente) na infraestrutura de rodovias e de hidrelétricas. O que governo vem fazendo desde à época do presidente Lula, e o que vou aprofundar, é o investimento nas pessoas. Fazemos obras para beneficiar a vida diária de cada um – disse a presidenta. Com o projeto do teleférico, assinalou a presidenta, o Estado assume sua função, que é gastar dinheiro público em benefício das pessoas que mais precisam, mas que foram “abandonadas anos e anos”. – O Brasil tinha o hábito de condenar uma parte da população ao abandono, à máxima negligência – afirmou. Segundo Dilma, o direito aos principais serviços públicos era sonegado para esse segmento da população.
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