Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Anvisa determina apreensão e distribuição de lote de medicamento falso

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação e comercialização do medicamento Reumatex, fabricado por empresa desconhecida. A agência também determinou a apreensão e a inutilização dos produtos remanescentes no mercado. A resolução foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União.

Quarta, 03 de Setembro de 2014 às 08:09, por: CdB
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A agência também determinou a apreensão e a inutilização dos produtos remanescentes no mercado
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação e comercialização do medicamento Reumatex, fabricado por empresa desconhecida. A agência também determinou a apreensão e a inutilização dos produtos remanescentes no mercado. A resolução foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União. O medicamento estava sendo fabricado e comercializado irregularmente, já que não tem registro. O produto tinha na embalagem o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica de uma empresa que desconhece o Reumatex e o registro no Ministério da Saúde de outro remédio. Por causa da presença de corpo estranho em ampola do medicamento Contracep, um anticoncepcional injetável, a Anvisa também determinou a suspensão da distribuição e comércio do lote 601530.1. O remédio é fabricado pela empresa Germed Farmacêutica Ltda e o lote tem validade até 1/16. A empresa terá que recolher as unidades existentes no mercado relativas ao lote afetado. SUS O Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer novo tratamento a pacientes com Tumor Estromal Gastrointestinal (Gist na sigla em inglês), considerado raro. O medicamento mesilato de imatinibe será usado para quimioterapia adjuvante, tratamento recomendado para paciente com risco do retorno da doença. O medicamento já era usado pelo SUS em tratamentos de outros cânceres como leucemia mieloide crônica e leucemia linfoblástica aguda, além da quimioterapia paliativa do próprio Gist. De acordo com o Ministério da Saúde, o objetivo do uso do medicamento mesilato de imatinibe no tratamento pós-cirúrgico é reduzir o risco de os pacientes terem recaída na doença. A previsão é que 500 pacientes sejam beneficiados por ano, e estima-se que o custo anual para inclusão do novo tratamento seja em torno de R$ 5,8 milhões. O Gist é um tumor raro. Ocorre em ambos os sexos e em qualquer faixa etária, sendo mais comum em pessoas acima dos 40 anos de idade. Esses tumores correspondem a 1% das neoplasias primárias do trato digestivo, e estima-se que seja sete a 20 casos por 1 milhão de habitantes. Cerca de 20% dos casos são assintomáticos, e os tumores são encontrados durante endoscopias, exames de imagem do abdômen ou procedimentos cirúrgicos, como gastrectomias.
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