A Anistia Internacional denunciou como uma "paródia da Justiça" os julgamentos militares de seis prisioneiros mantidos na baía de Guantânamo, anunciados pelos Estados Unidos. Representantes do órgão lamentaram o posicionamento do presidente norte-americano, George W. Bush, que designou seis detidos no que ele chama de guerra ao terrorismo para serem julgados por comissões militares norte-americanas. A Defesa norte-americana negou-se a revelar os nomes e as nacionalidades dos detidos, que podem sofrer, entre as sentenças determinadas pelo Pentágono, até a pena de morte. Autoridades dos EUA também afirmam que há evidências de que os seis suspeitos tenham passado por campos de treinamento terroristas e que possam estar envolvidos no financiamento da Al-Qaida, de Osama bin Laden, apontado como o responsável pelos ataques de 11 de setembro aos Estados Unidos.
Anistia ironiza tribunais militares dos EUA
Sábado, 05 de Julho de 2003 às 08:20, por: CdB