Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Angela Merkel e Obama concordam com ajuda financeira à Ucrânia

De acordo com informações da Casa Branca, a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concordaram durante um telefonema.

Quarta, 28 de Janeiro de 2015 às 10:04, por: CdB
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Líderes de EUA e Alemanha assinalam importância de novo pacote de ajuda financeira ao país. Grécia não dá aval a declaração da União Europeia sobre mais sanções à Rússia
  De acordo com informações da Casa Branca, a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concordaram durante um telefonema realizado nesta terça-feira sobre a necessidade de um "robusto apoio financeiro" à Ucrânia. No comunicado sobre o telefonema, a Casa Branca afirmou que o pacote de ajuda financeira vai possibilitar que o Estado ucraniano venha a "estabilizar as suas finanças" e que, através de reformas, o país conseguirá novamente chegar ao "crescimento e bem-estar social". Segundo a declaração, os novos empréstimos serão disponibilizados por meio do Fundo Monetário Internacional (FMI). Lutas duradouras As lutas violentas contra os separatistas pró-russos no leste da Ucrânia abalam o orçamento público do país. Na semana passada, a Ucrânia havia exigido do FMI um apoio financeiro mais amplo. Na declaração, a Casa Branca informou que, no telefonema, Merkel e Obama demonstraram preocupação frente ao recente avanço da violência no leste ucraniano e ao apoio dos separatistas por parte de Moscou. Os dois líderes afirmaram ainda que o acordo de cessar-fogo firmado em Minsk deve ser respeitado. Ainda na terça-feira, a União Europeia (UE) ameaçou a Rússia com novas sanções devido ao seu apoio aos separatistas na Ucrânia. O novo governo em Atenas, no entanto, distanciou-se da declaração dos demais chefes de Estado e governo da UE. Segundo declaração divulgada na noite de terça-feira pelo gabinete do novo primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, o governo em Atenas não teria sido consultado e os responsáveis teriam contornado "o procedimento normal" nesses casos. Segundo ele, a Grécia não deu seu aval à declaração.
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