Rio de Janeiro, 11 de Outubro de 2026

Anastasia defende CPI. Poderia instalá-la em Minas mesmo

Sexta, 12 de Agosto de 2011 às 06:56, por: CdB

O governador tucano da nossa Minas Gerais, Antônio Anastasia, saiu a campo e ao participar do "Poder e Política - Entrevista", da Folha-UOL defendeu a constituição de uma CPI para investigar suspeitas de corrupção no governo Dilma Rousseff.

No programa, o governador mineiro teoriza sobre as virtudes de uma CPI e o quanto uma delas pode se constituir em "um bom instrumento" a ser usado em trabalhos de investigação de denúncias. Então, tá! Para comprovar realmente os méritos de uma CPI o governador poderia começar pela instalação de uma na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

Uma CPI, por exemplo, sobre a construção da sede administrativa do Estado, o Palácio (ou Centro Administrativo) Tancredo Neves, feita na gestão que o antecedeu. Talvez ele não a tenha proposto por algum receio de vir a cair do cavalo politicamente no curso das apurações.

Todos querem amarrar José Serra à Prefeitura


Ou, quem sabe, por temor do cheiro que venha a exalar de uma CPI mineira, constituída para analisar irregularidades cometidas no Estado - algum cheiro forte, que possa ser associado ao aferido em bafômetro, por exemplo.

Na entrevista, Anastasia incursionou por problemas internos do PSDB. Previu que José Serra será  “um candidato fortíssimo” à Prefeitura da capital paulista caso entre na disputa no pleito municipal de 2012. E, manifestou seu apoio à candidatura do senador a quem deve a sua eleição, Aécio Neves (PSDB-MG), para presidente da República em 2014.

Não dá para saber de onde o governador Anastasia tirou a informação de que José Serra é candidato forte a prefeitura paulistana no ano que vem. Talvez seja ato falho, deve ser  parte do seu desejo de afastá-lo (José Serra) da disputa presidencial de do 2014, em favor da candidatura presidencial de Aécio.

É o mesmo desejo, aliás, de seu colega tucano de São paulo, Geraldo Alckmin, que a toda lança o nome de José Serra para concorrer eem 2012. Querem amarrá-lo à Prefeitura de São Paulo.



 

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