Analistas de mercado cortaram suas estimativas para a inflação e a taxa básica de juro neste ano, mas continuou a elevar o prognósticos para os preços em 12 meses, mostrou o relatório Focus, do Banco Central, nesta segunda-feira. A previsão para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano foi reduzida para 5,45%, ante 5,55% na semana anterior, enquanto o cenário para 2011 seguiu em 4,80%. A projeção para a inflação em 12 meses aumentou pela segunda semana seguida, para 4,90%, ante 4,86%.
A meta de inflação de 2010 e 2011 tem centro em 4,5% e tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. A estimativa para a taxa básica de juro Selic no fim deste ano caiu para 12%, contra 12,13% no relatório anterior, enquanto para 2011 permaneceu em 11,75%. O prognóstico para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi mantido em 7,20%, e para 2011 ficou estável em 4,50%.
Crescimento assegurado
Depois de 16 semanas seguidas de elevação na estimativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia neste ano, a projeção foi mantida em
7,20%, ainda segundo o boletim Focus. Para 2011, a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, é mantida em 4,5% há 31 semanas. As previsões de crescimento econômico são importantes para as empresas porque servem como indicativo de qual será a demanda pelos seus produtos. Já para os trabalhadores, as projeções sobre o PIB têm a ver com a disponibilidade de emprego e até mesmo com as perspectivas salariais do mercado de trabalho.
Além da estimativa para o PIB, consta do boletim Focus a expectativa para a produção industrial, que neste ano deve ter crescimento de 11,91%, a mesma estimativa
anterior. Para o próximo ano, a previsão de expansão da produção industrial foi mantida em 5%. A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi alterada de 41% para 40,85%, em 2010, e permaneceu em 39,50%, em 2011. A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 1,80, neste ano, e foi alterada de R$ 1,90 para R$ 1,85, em 2011.
A previsão para o superavit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 15,72 bilhões para 15,71 bilhões, neste ano, e permaneceu
em US$ 7,83 bilhões, em 2011. Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) neste ano, os analistas alteraram a estimativa de US$ 47 bilhões para US$ 47,23 bilhões. Para 2011, foi ajustada a projeção de déficit de US$ 57 bilhões para US$ 58 bilhões.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) passou de US$ 35 bilhões para US$ 34,65 bilhões, neste ano. Para
2011, foi mantida a previsão de US$ 40 bilhões.
Analistas de mercado reduzem projeção inflacionária para este ano
Analistas de mercado cortaram suas estimativas para a inflação e a taxa básica de juro neste ano, mas continuou a elevar o prognósticos para os preços em 12 meses, mostrou o relatório Focus, do Banco Central, nesta segunda-feira.
Segunda, 12 de Julho de 2010 às 13:37, por: CdB
Analistas de mercado cortaram suas estimativas para a inflação e a taxa básica de juro neste ano, mas continuou a elevar o prognósticos para os preços em 12 meses, mostrou o relatório Focus, do Banco Central, nesta segunda-feira. A previsão para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano foi reduzida para 5,45%, ante 5,55% na semana anterior, enquanto o cenário para 2011 seguiu em 4,80%. A projeção para a inflação em 12 meses aumentou pela segunda semana seguida, para 4,90%, ante 4,86%.
A meta de inflação de 2010 e 2011 tem centro em 4,5% e tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. A estimativa para a taxa básica de juro Selic no fim deste ano caiu para 12%, contra 12,13% no relatório anterior, enquanto para 2011 permaneceu em 11,75%. O prognóstico para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi mantido em 7,20%, e para 2011 ficou estável em 4,50%.
Crescimento assegurado
Depois de 16 semanas seguidas de elevação na estimativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia neste ano, a projeção foi mantida em
7,20%, ainda segundo o boletim Focus. Para 2011, a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, é mantida em 4,5% há 31 semanas. As previsões de crescimento econômico são importantes para as empresas porque servem como indicativo de qual será a demanda pelos seus produtos. Já para os trabalhadores, as projeções sobre o PIB têm a ver com a disponibilidade de emprego e até mesmo com as perspectivas salariais do mercado de trabalho.
Além da estimativa para o PIB, consta do boletim Focus a expectativa para a produção industrial, que neste ano deve ter crescimento de 11,91%, a mesma estimativa
anterior. Para o próximo ano, a previsão de expansão da produção industrial foi mantida em 5%. A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi alterada de 41% para 40,85%, em 2010, e permaneceu em 39,50%, em 2011. A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 1,80, neste ano, e foi alterada de R$ 1,90 para R$ 1,85, em 2011.
A previsão para o superavit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 15,72 bilhões para 15,71 bilhões, neste ano, e permaneceu
em US$ 7,83 bilhões, em 2011. Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) neste ano, os analistas alteraram a estimativa de US$ 47 bilhões para US$ 47,23 bilhões. Para 2011, foi ajustada a projeção de déficit de US$ 57 bilhões para US$ 58 bilhões.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) passou de US$ 35 bilhões para US$ 34,65 bilhões, neste ano. Para
2011, foi mantida a previsão de US$ 40 bilhões.