O Aeroporto de Congonhas não poderá mais receber vôos com raio superior a 1.000 km. Esta é uma das proibições que fazem parte da proposta da nova malha aérea protocolada, na quinta-feira, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no Ministério da Defesa, em Brasília.
O projeto elimina também as conexões e escalas no terminal da Zona Sul de São Paulo, onde passam a ser permitidos somente vôos ponto a ponto. Parte das adaptações entrar am em vigor no final de julho. As medidas são conseqüencia do acidente que aconteceu em 17 de julho deste ano com o Airbus da TAM. No acidente 199 pessoas morreram.
A entrega de uma nova proposta de malha aérea atende a uma exigência da resolução de 20 de julho de 2007 do Conselho Nacional de Aviação (Conac). As seis empresas que operam no Aeroporto Internacional de Congonhas - Pantanal, Oceanair, BRA, Varig, TAM e Gol - entregaram suas propostas de malha à Anac.
As propostas estão sob análise da Anac, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). A entrada em operação da nova malha aérea só poderá ocorrer após prazo mínimo de 15 dias.
A estatal vai monitorar contingências para os passageiros que compraram passagens anteriormente com previsão de conexão e escala em Congonhas com objetivo de fazer com que o usuário chegue ao seu destino com o mínimo de transtorno.
A nova malha aérea mantém a redução para 33 movimentos/hora (pousos e decolagens) para a aviação regular em Congonhas, como anteriormente determinado pela Anac.
Haverá também uma redução do fluxo de passageiros no Aeroporto de Congonhas. Se todas as companhias aéreas operarem com a totalidade de seus assentos vendidos - o que não ocorre normalmente - Congonhas terá 4.700 passageiros/hora, número inferior à sua capacidade que é de 5.100.
Anac define nova malha aérea
O Aeroporto de Congonhas não poderá mais receber vôos com raio superior a 1.000 km. Esta é uma das proibições que fazem parte da proposta da nova malha aérea protocolada, na quinta-feira, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no Ministério da Defesa, em Brasília. (Leia Mais)
Quinta, 20 de Setembro de 2007 às 13:47, por: CdB